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Umbanda e candomblé podem virar patrimônio nacional

Ministério da Cultura (MinC) anunciou, nesta sexta-feira (27), que encaminhará ao Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan) um pedido para que a umbanda e o candomblé sejam reconhecidos como patrimônio histórico nacional. O comunicado foi feito pelo ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, durante debate organizado por líderes de comunidades tradicionais de terreiros no Rio de Janeiro.

Durante o evento, os líderes religiosos apresentaram uma agenda de propostas e pediram a inscrição da umbanda e do candomblé também como patrimônio histórico mundial.

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Sá Leitão afirmou que será criado um grupo de trabalho, formado por membros do MinC e entidades vinculadas às comunidades, para dar encaminhamento à agenda. Com informações da Folhapress.

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Representantes de religiões de matriz africana denunciam Brasil na Corte Interamericana de Direitos Humanos

Na próxima segunda-feira, 30 de outubro, líderes de instituições que representam cultos de matriz africana apresentarão uma petição na Câmara Municipal de São Paulo, às 19h, que será endereçada à Corte Interamericana de Direitos Humanos. No documento, representantes de organizações de todo o país, ao lado de um grupo de juristas, denunciarão os crescentes casos de intolerância religiosa e pedirão providências concretas.

“São dois os objetivos principais: requerer uma audiência pública na Corte, para que o Estado brasileiro dê explicações sobre a grave e crescente intolerância que vitimiza fiéis das religiões afro-brasileiras em todo o país. E instaurar um processo visando obter uma sentença que condene o Brasil a indenizar as vítimas de intolerância religiosa, aperfeiçoar o aparato normativo, dotar recursos financeiros e implementar políticas públicas de prevenção ao discurso de ódio religioso”, explica o advogado Hédio Silva Júnior, ex-secretário da Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo.

A assinatura da petição estará aberta a toda a população. A iniciativa parte de instituições como as casas matrizes da Bahia, o Axé Batistini, a União de Tendas de Umbanda e Candomblé do Brasil, o Superior Órgão de Umbanda, o Coletivo de Entidades Negras (CEN) e o Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira (Cenarab), entre outras.

O documento também elencará uma série de atos que configuram violações aos direitos dos praticantes de qualquer religião, garantidos pela Constituição brasileira, mas diluídos no dia a dia real, em “um fosso que separa a legislação e o cotidiano de impunidade”, como afirma Silva Júnior. São casos de ataques físicos, depredações de templos, torturas, ameaças, destruição de patrimônio, ofensas verbais, constrangimentos e humilhações de crianças em escolas, recusa de funcionários públicos em atender candomblecistas e sentenças judiciais que negam o caráter de religião ao candomblé, à umbanda, ao batuque e a outras expressões de fé afro-brasileiras.

A iniciativa é fruto da construção de uma pauta de reivindicações nacional que vem sendo articulada pelo “povo de axé” com o objetivo de empreender ações coletivas para a garantia dos seus direitos. Explica Silva Júnior: “O acionamento do Brasil num tribunal internacional é parte desse esforço e também um meio de mobilizar a opinião pública internacional para o grave problema da intolerância religiosa em nosso país”.

 

Fonte: Folha de S.Paulo

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NOTA PUBLICA - Aos Devotos Brasileiros da religião do Òrìṣà

NOTA PUBLICA

Aos Devotos Brasileiros da religião do Òrìṣà
 
Àṣà Òrìṣà Aláàfin Ọ̀yọ́ vem por meio desta declaração pública externar o seu apoio à todos os devotos de Òrìṣà no Brasil e também repudiar qualquer ato de intolerância religiosa e atos de violência contra os praticantes das religiões de matrizes africanas.
Aqueles que seguem a religião do Òrìṣà em território brasileiro, seja através de qualquer tradição (Candomblé, Umbanda, Batuque e demais tradições) mantém viva a essência espiritual que liga os yorùbá ao povo brasileiro, e por isso são nossos irmãos.
A religião do Òrìṣà tem como doutrina principal o respeito entre os seres humanos, e sendo assim não tem entre seus princípios qualquer tipo de prática que não seja ajudar as pessoas a encontrarem seu equilíbrio espiritual.
Esperamos que as autoridades competentes tomem as medidas necessárias para combater esses atos de violência contra o seguidores de Òrìṣà, pois é herança cultural milenar mantida viva até os dias atuais.
Aos adeptos da religião do Òrìṣà em todo o Brasil, obrigado por manterem a essência de Òrìṣà viva fora das terras yorùbá, nosso mais sincero apoio a todos e saibam que rogamos aos Òrìṣà que os protejam nesse momento difícil.
 
Òrìṣà gbè wa
Àsà Òrìṣà Aláàfin Ọ̀yọ́
 
notapublicaoyo
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Policial Civil Interpela Compras de Mãe de Santo na Feira de Caxias, mais um caso de Intolerância Religiosa na Baixada Fluminense

A Mametu Nkisi Kátia Funcibialá (Oxalufan), passou por  mais  uma  ação  constrangedora, agora  na feira de Duque de Caxias, tudo  aconteceu  quando  Mãe Kátia  foi fazer compras  de aves, na  feirinha de Caxias, uma  das mais conhecidas por comercializar animais e aves.
Acompanhada de sua neta, a menina da pedra, Kayllane D Teleku Mpensu (Logun Edé) depois de terem saído do aviário com as aves que tinham pago e acompanhadas de um rapaz (era um adolescente especial)  do carreto, quando distraidamente  foram abordados por policiais  civis  que  de  maneira  grotesca e  violenta faziam  operação na  feira ,   puxando o rapaz (carreteiro) pela camisa e já com a intenção de lhe dar um soco, quando sofreu a interpelação de Mãe Katia  querendo saber o que  havia  acontecido para tal  violência  e constrangimento, onde o policial questionou a procedência das aves e para onde estavam sendo levadas? Na mesma hora já com toda feira parada assistindo tal discussão, Mãe Katia não entendia porque só ela havia passado pela fiscalização, já que tinha um numero grande de japoneses e Chineses com os mesmo animais e não  tinham sido averiguados, mais na  mesma hora, alguns clientes da feira relataram a Mãe Kátia, que isto vem acontecendo mais vezes com pessoas que se trajam com vestimentas do candomblé e da umbanda .Confirmando assim o que um rapaz, que assistia tudo e chegou perto de Mãe Katia e disse:
- que aquilo seria por conta da minha roupa. “Daí ele me revelou que já aconteceu isso com ele por ele está vestido com roupa de ração e que  por isso que ele não vai mais à feira com esse tipo de roupa.” É realmente está ficando cada dia mais difícil um monte de japonês comprando milhares de Galinhas e nenhum deles foi abordado" disse Mãe Katia.  Mais uma intolerância por parte de quem deveria nos defender muito triste ter que conviver com esse tipo de gente, ainda mais sendo da Policia.
Mais um dado infelizmente para as  estatísticas de casos e  situações de intolerância religiosa no Rio de Janeiro.
O Agen Afro  irá passar o fato para a CCIR-RJ e para o CEPLIR –RJ, ligado a Secretária de Estado de Direitos Humanos  do RJ.
 
 
 

AGEN AFRO DIRETO DA REDAÇÃO 

BAIXADA FLUMINENSE – RJ
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Do terreiro para a internet: O canal de Mãe Stella de Oxóssi no YouTube

Aos 92 anos, a ialorixá começou a compartilhar conhecimentos por meio da vídeos na plataforma.

Aos 92 anos, Mãe Stella de Oxóssi é hoje uma das youtubers mais velhas do mundo.

No final de setembro, a ialorixá abriu um canal na plataforma para compartilhar depoimentos, memórias e ensinamentos do candomblé - religião brasileira de matriz africana que cultua os orixás.

A mãe de santo é referência no assunto. Tem 10 livros baseados na tradição oral da cultura Iorubá e é imortal da Academia de Letras da Bahia.

Se terreiro, Ilê Axé Opô Afonjá, também é célebre. Fica em Salvador, na Bahia e foi tombado em 2000 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

"Eu quero fazer uma mistura onde junte a verdade com a consciência de sabedoria para que fique sempre fixo em nosso juízo (...) Com fé no divino esse canal vai ser sucesso", diz mãe Stella Oxóssi no vídeo de apresentação do canal. Veja abaixo:

Além do vídeo de apresentação, o canal já reúne outros quatro registros. Em um deles, a atriz Cassia Vale interpreta textos da mãe de santo. Assista no player abaixo:

O cardápio de vídeos promete ser variado.

Em breve, os assinantes do canal Da Cabeça de Mãe Stella acompanharão também testemunhos de artistas como Margareth Menezes sobre encontros com a ialorixá, curiosidades sobre ela e mitos da cultura Iorubá narrados por iniciados no candomblé.

"Como hoje em dia, por causa da idade, não posso mais atender como antes, falo com meus filhos agora através da internet", disse a mãe de santo ao jornal O Globo.

E não é só no YouTube que Mãe Stella de Oxóssi compartilha seus conhecimentos a fim de aproximar o candomblé do grande público.

Em maio, ela lançou o aplicativo para Android Mãe Stella: Uma Vida em Movimento.

O app gratuito traz áudios com mensagens motivacionais da ialorixá, vídeos, galeria de fotos, além de seis dos 10 livros da ialorixá em formato e-book.

FONTE HUFFPOST

 

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