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Umbandista denuncia perseguição e intolerância religiosa, em Outeiro

Uma moradora do distrito de Outeiro, em Belém, relatou ao DOL que vem sofrendo constantes ameaças de um vizinho por questões religiosas.

Patrícia Mendes alega que o vizinho ameaça processá-la, e que pretende fazer um abaixo assinado para que seja retirada de sua casa.

"Isto é intolerância religiosa", denuncia Patrícia Mendes. "Ele não respeita e faz constantes ameaças. Já registrei Boletim de Ocorrência e espero que façam algo, pois tenho minha casa, meu terreiro e não perturbo ninguém.”

Patrícia também gravou um vídeo relatando a situação, onde afirma que este vizinho disse que ela representa um risco para a sociedade. “A Justiça agora vai escutar as duas partes e isso não pode ficar impune. Esse homem precisa aprender a respeitar ao próximo", finalizou.

Vizinho deve prestar esclarecimentos

O DOL entrou em contato com a Polícia Civil, que confirmou que o caso foi registrado e está sendo investigado pela Delegacia de Combate aos Crimes Discriminatórios e Homofóbicos (DCCDH).

A polícia disse ainda que o acusado já foi intimado e deverá comparaecer à delegacia nesta quinta-feira (13) para prestar os devidos esclarecimentos sobre o caso.

Intolerância aos 11 anos de idade

Em 2015, uma criança de apenas 11 anos de idade foi apedrejada, no Rio de Janeiro, por populares por andar na rua usando um turbante, acompanhada de um grupo de religiosos.

A menina perdeu muito sangue e chegou a desmaiar.

O caso chocou a opinião pública e, em especial, aos umbandistas e afrodescendentes, que iniciaram uma campanha pela paz nas redes sociais.

(Foto: reprodução)

Intolerância religiosa é crime

De acordo com a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, "serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional".

A pena para este tipo de crime é de reclusão de um a três anos e multa.

(DOL)

 

FONTE: DIÁRIO ON LINE DO PARÁ

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Angola: Centro histórico de Mbanza-Kongo é eleito Patrimônio da Humanidade

Neste sábado (8 de julho), o centro histórico de Mbanza-Kongo, em Angola, foi inscrito, pela UNESCO, na lista de Patrimônios da Humanidade. Capital política e espiritual do antigo Reino do Kongo (região onde hoje estão localizados Gabão, República do Congo, Angola e República Democrática do Congo), Mbanza-Kongo representa a troca profunda causada pela introdução do cristianismo e chegada dos portugueses (final do século XV), na África Central. Por dentro da África publicará uma série de reportagens sobre a região. Leia em “Saiba mais” nos links abaixo ou acompanhe a nossa página nas redes sociais.

Um reino que crescia e influenciava parte da África, no século XIII, representa uma civilização de riqueza cultural inestimável.  Formado inicialmente por 144 tribos, esse Império construiu a história e cultura de países como Angola, Congo, República Democrática do Congo e Gabão.

– O reconhecimento do Mbânz’a Kongo é positiva para o mundo, e não apenas para Angola. Milhares do Kongo foram escravizados e levados para as Américas e Europa, por exemplo. O patrimônio da humanidade é material (sítios arqueológicos, monumentos históricos, etc.) e imaterial (línguas, danças, religião, etc.). Por um lado, esse reconhecimento criará condições para rentabilizar o turismo e a pesquisa; por outro, auxiliará nas sobrevivências religiosas de países como Brasil, Cuba e EUA, que também se beneficiarão com essa classificação – conta em entrevista exclusiva ao Por dentro da África Patrício Batsikama, especialista no Reino do Kongo, que há quase duas décadas se debruça sobre essa parte da nossa História.

Leia mais aqui – Herança do Império do Kongo: reconhecimento de M’banza-Kongo beneficia a humanidade

Foi de lá que partiu a maioria dos africanos escravizados desembarcados nas Américas, foi de lá que saiu o primeiro embaixador africano enterrado no Vaticano, também foi lá onde a primeira igreja católica (Kulumbimbi) da África Subsaariana foi erguida.

Em Angola com destaque para Mbanza Kongo
Em Angola com destaque para Mbanza Kongo

– O Kôngo era um Estado muito influente quando os portugueses chegaram. Já havia democracia, como comprovavam  os relatórios de viagem em 1491 (durante a evangelização). Foram os próprios portugueses que, depois de se familiarizarem com os Kôngo, nos chamaram de gregos de África! A região recebeu a primeira Catedral na África Subsaariana, os cidadãos do Kôngo foram ensinar Humanidades em Portugal, já nos séculos XVI e XVII, já uma vez que existiam escolas de qualidade em Mbânz’a Kôngo – disse  Batsîkama.

Saiba mais: “O Kôngo vivia em democracia quando os portugueses chegaram no século XV”, diz Patrício Batsîkama

Com o compromisso de pesquisar e compartilhar a história e os símbolos da cidade, o arqueólogo Bruno Pastre Máximo, colaborador do Por dentro da África, lançou um site baseado em uma vasta pesquisa de campo.

-O site é resultado do interesse em tentar popularizar e divulgar narrativas históricas baseadas na tradição para o grande público, assim como expor como foram interpretadas as histórias dos participantes da pesquisa – disse ao Por dentro da África o brasileiro que contou com a ajuda do produtor local congolês Blaise Matondo.

As histórias de Mbanza-Kôngo: Arqueólogo lança site sobre a capital do antigo Reino do Kongo

 

Fonte: http://www.pordentrodaafrica.com/cultura/angola-mbanza-kongo-patrimonio-da-humanidade

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Falece Agba Egbome Tia Toninha de Omolu Iyamoro do Ase Gantois

Mais uma grande perda para o candomblé do Brasil, Falece Agba Egbome Tia Toninha de Omolu Iyamoro do Ase Gantois, uma grande mulher do Ase...

Descanse em paz minha Tia, grande Amiga, uma formidavel pessoa de um coração enorme, grande sacerdotisa do nosso Ase!

OLORUN ASE INDE

Que Edumare encaminhe ao Reino da Glória!

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Perseguição silenciosa de Crivella à cultura negra impede samba da Pedra do Sal

Foi informado através da página do facebook da roda de samba da Pedra do Sal que o evento dessa segunda feira (3) não aconteceria parcialmente por causa do mau tempo mas principalmente por causa da ação da Guarda Municipal do bispo-prefeito Marcelo Crivella. Tudo na suposta defesa do ordenamento público na região da Gamboa e do Largo da Prainha. Em vista da ofensiva da Guarda Municipal os organizadores da roda de samba cancelaram o evento da segunda feira e declararam no facebook que “Visando evitar problemas para o samba e moradores, prejuízos para o comércio local e, exposição de violência ao nosso público, decidimos, há pouco, cancelar nosso evento dessa segunda feira dia 03/07/2017”.

A realidade é que a operação da Guarda Municipal na região da tradicional roda de samba não é o único caso de ataque do prefeito evangélico. O corte de verbas por exemplo, na pasta da cultura, que forçou o fechamento do Cemitério dos Pretos Novos, um importante lugar arqueológico da brutal história dos escravos no Rio de Janeiro.

Também tem causado alvoroço entre os centros de religiões de matriz africana o recente decreto aprovado pelo Crivella que determina que uma comissão vinculada ao gabinete do prefeito deverá aprovar qualquer evento, shows, feiras e exposições de rua na cidade, sentando as bases para a repressão de expressões da cultura negra e popular da cidade baseada na suposta manutenção da ordem pública.

Alem disto tem o polêmico corte da verba destinada às escolas de samba que cortará pela metade os subsídios de R$ 24 milhões às escolas de samba do carnaval carioca. Crivella atual prefeito e bispo da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), é reconhecido por sempre ter condenado os festejos do carnaval. Mesmo assim teve o apoio dos dirigentes das agremiações da liga das escolas de samba, que temiam que a vitoria de Marcelo Freixo comprometeria o futuro do reconhecido evento. Uma medida demagógica do prefeito que alega a necessidade de cortar verbas do carnaval para favorecer creches que não são públicas mas sim privadas é que existem em primeiro lugar para favorecer o enriquecimento dos empresários.

A iniciativa de Crivella é uma medida populista de direita jogando um direito da população trabalhadora contra o outro, afirmando que a população tem que escolher entre o direito ao lazer e à cultura da população trabalhadora, o qual tem no carnaval um de suas mais tradicionais manifestações populares, ou o direitos de ter creches para as crianças.

É conhecido também que os interesses das direções das escolas de samba (que são verdadeiras máfias) não é de garantir acesso à cultura e ao lazer para a maioria da população. Os dirigentes das escolas também tem seus interesses próprios. Por isso apoiaram Crivella nas últimas eleições.

Confira embaixo a declaração dos organizadores da roda:

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