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Policial Civil Interpela Compras de Mãe de Santo na Feira de Caxias, mais um caso de Intolerância Religiosa na Baixada Fluminense

A Mametu Nkisi Kátia Funcibialá (Oxalufan), passou por  mais  uma  ação  constrangedora, agora  na feira de Duque de Caxias, tudo  aconteceu  quando  Mãe Kátia  foi fazer compras  de aves, na  feirinha de Caxias, uma  das mais conhecidas por comercializar animais e aves.
Acompanhada de sua neta, a menina da pedra, Kayllane D Teleku Mpensu (Logun Edé) depois de terem saído do aviário com as aves que tinham pago e acompanhadas de um rapaz (era um adolescente especial)  do carreto, quando distraidamente  foram abordados por policiais  civis  que  de  maneira  grotesca e  violenta faziam  operação na  feira ,   puxando o rapaz (carreteiro) pela camisa e já com a intenção de lhe dar um soco, quando sofreu a interpelação de Mãe Katia  querendo saber o que  havia  acontecido para tal  violência  e constrangimento, onde o policial questionou a procedência das aves e para onde estavam sendo levadas? Na mesma hora já com toda feira parada assistindo tal discussão, Mãe Katia não entendia porque só ela havia passado pela fiscalização, já que tinha um numero grande de japoneses e Chineses com os mesmo animais e não  tinham sido averiguados, mais na  mesma hora, alguns clientes da feira relataram a Mãe Kátia, que isto vem acontecendo mais vezes com pessoas que se trajam com vestimentas do candomblé e da umbanda .Confirmando assim o que um rapaz, que assistia tudo e chegou perto de Mãe Katia e disse:
- que aquilo seria por conta da minha roupa. “Daí ele me revelou que já aconteceu isso com ele por ele está vestido com roupa de ração e que  por isso que ele não vai mais à feira com esse tipo de roupa.” É realmente está ficando cada dia mais difícil um monte de japonês comprando milhares de Galinhas e nenhum deles foi abordado" disse Mãe Katia.  Mais uma intolerância por parte de quem deveria nos defender muito triste ter que conviver com esse tipo de gente, ainda mais sendo da Policia.
Mais um dado infelizmente para as  estatísticas de casos e  situações de intolerância religiosa no Rio de Janeiro.
O Agen Afro  irá passar o fato para a CCIR-RJ e para o CEPLIR –RJ, ligado a Secretária de Estado de Direitos Humanos  do RJ.
 
 
 

AGEN AFRO DIRETO DA REDAÇÃO 

BAIXADA FLUMINENSE – RJ
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