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Dia Nacional da Umbanda - 15 de Novembro - 109 Anos

O Dia Nacional da Umbanda é comemorado anualmente em 15 de Novembro.

A data celebra a religião da Umbanda, considerada totalmente brasileira e criada a partir de características e misturas de crenças do catolicismo, espiritismo e demais religiões de origens africanas e indígenas.

Os umbandistas, membros e seguidores da Umbanda, sofreram preconceito e discriminação por causa da religião no Brasil. Muitos associavam as práticas umbandistas como satânicas ou pagãs.

No entanto, a Umbanda é mais um exemplo da rica diversidade cultural brasileira! Normalmente os "cultos" são feitos em "terreiros", onde os espíritos, chamados de caboclos, incorporam os médiuns e fazem aconselhamentos ou abençoam as pessoas presentes.

Origem do Dia Nacional da Umbanda

O Decreto de Lei nº 12.644, de 16 de Maio de 2012, assinado pela presidente Dilma Rousseff, oficializa o dia 15 de Novembro como Dia da Umbanda no país.

A data, no entanto, já era comemorada por milhares de pessoas - principalmente os umbandistas - há muito tempo. Na verdade, a escolha do dia foi uma decisão das entidades federativas do Rio de Janeiro, durante a I Convenção Anual do Conselho Nacional da Umbanda.

De acordo com a história, em 15 de Novembro de 1908, um espírito teria se manifestado pela primeira vez em um jovem médium de 17 anos, Zélio Fernandino de Moraes, e mandado criar um novo culto, a Umbanda.

Zélio estava sofrendo com uma paralisia que nenhum médico da época conseguia explicar. Um amigo da família do garoto aconselhou que o levassem para a Federação Espírita do Rio de Janeiro, onde o jovem foi "possuído" pelo denominado caboclo das Sete Encruzilhadas, anunciando a fundação da nova religião no Brasil.

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Umbanda e candomblé podem virar patrimônio nacional

Ministério da Cultura (MinC) anunciou, nesta sexta-feira (27), que encaminhará ao Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan) um pedido para que a umbanda e o candomblé sejam reconhecidos como patrimônio histórico nacional. O comunicado foi feito pelo ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, durante debate organizado por líderes de comunidades tradicionais de terreiros no Rio de Janeiro.

Durante o evento, os líderes religiosos apresentaram uma agenda de propostas e pediram a inscrição da umbanda e do candomblé também como patrimônio histórico mundial.

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Sá Leitão afirmou que será criado um grupo de trabalho, formado por membros do MinC e entidades vinculadas às comunidades, para dar encaminhamento à agenda. Com informações da Folhapress.

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Líderes de terreiros pedem inscrição do candomblé e da umbanda como patrimônio cultural

O Ministério da Cultura (MinC) vai encaminhar pedido de reconhecimento do candomblé e da umbanda como patrimônio cultural do Brasil. O anúncio foi feito pelo ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, nesta sexta-feira (27), no Rio de Janeiro, durante encontro com líderes de comunidades tradicionais de terreiros.
 
O ministro participou do debate "O lugar da tolerância religiosa e da religiosidade de matriz africana nas políticas culturais", organizado por líderes de comunidades tradicionais, que apresentaram uma agenda com sete propostas dos terreiros. Sá Leitão anunciou também a constituição de um grupo de trabalho integrado por representantes do MinC, de entidades vinculada e das comunidades tradicionais de terreiros para dar encaminhamento à agenda.
 
O reconhecimento de uma manifestação como patrimônio brasileiro é feito pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Os líderes religiosos também pediram a inscrição do candomblé e da umbanda como patrimônio mundial. Sá Leitão disse que o grupo de trabalho vai cuidar do encaminhamento do processo na Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
 
O debate reuniu cerca de 100 pessoas ligadas às religiões de matriz africana. Após receber a pauta das comunidades de terreiro, Sá Leitão disse que a missão do MinC é contemplar a diversidade cultural e a pluralidade do país. "Minha visão sobre cultura e sobre sociedade é a visão da diversidade e da pluralidade. A gente precisa construir uma sociedade realmente democrática e inclusiva no Brasil, com espaço para todos, independentemente do credo, da ideologia e da cor. Ainda temos a caminhar nessa direção", afirmou.
 
Na agenda das comunidades, além do reconhecimento do candomblé e da umbanda como patrimônio histórico, estão inclusão dos terreiros nas políticas públicas culturais, adoção do conhecimento e dos elementos afro nas escolas, implantação de plataforma de identificação das comunidades de terreiros para criar uma rede de cultura e negócio entre elas, realizar pesquisa nacional das comunidades tradicionais de terreiros e  promover a integração das comunidades brasileiras com terreiros internacionais.
 
"Entendemos que grande parte da cultura que existe hoje no nosso país nasceu dentro das comunidades de terreiros. A gente tem o afoxé, o samba de roda, o jongo, a culinária, o artesanato, a capoeira. Estamos fazendo uma mobilização de fortalecimento e capacitação da nossa cultura. Por isso, são necessárias políticas públicas voltadas para a cultura produzida dentro das comunidades de terreiro", disse Rogério Humbono, presidente do Instituo Onikoja.
 
Além de criar o grupo de trabalho, Sá Leitão disse que recorrerá aos ministros Mendonça Filho (Educação) e Aloysio Nunes Ferreira (Relações Exteriores) para tratar das propostas que envolvem a rede de ensino e relações com as comunidades internacionais de terreiros, respectivamente.
 
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura
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