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Notícias (67)

Notícias e atualizades das Religiões Afro-Brasileiras

Vândalos depredam centro de candomblé Destaque

Vândalos depredaram um centro de umbanda e candomblé na Vila Toninho na tarde desta quinta-feira, 16, em Rio Preto. Eles quebraram ofertas e objetos utilizados nos rituais religiosos.

De acordo com uma das responsáveis pelo centro Caboclo Sete Flechas, criminosos arrombaram as portas do local, invadiram diversas salas e destruíram objetos. Depois, fugiram levando apenas um botijão de gás. “Mas não entraram para roubar. Entraram para fazer maldade”, disse a mãe de santo Sônia Medeiros.

Segundo ela, o centro funciona no local há 22 anos e nunca houve nenhuma situação parecida. “Estamos muito abalados com o que aconteceu. Nunca incomodamos ninguém”, afirma a mãe de santo, que atribui o ataque à intolerância religiosa.

A tesoureira do local disse que ainda não contabilizou o prejuízo material. “Mas isso não é o que conta. O maior prejuízo que tivemos aqui foi o espiritual”, afirmou Edvânia Ferreira.

Segundo ela, os praticantes da religião são, com frequência, alvos de preconceito. “Só queria que as pessoas se conscientizassem que cada um tem sua fé. Basta respeitar”, disse.

A Polícia Militar esteve no local e orientou os responsáveis pelo centro a procurarem a delegacia mais próxima nesta sexta-feira, 17. O crime pode ser registrado como dano ao patrimônio e, comprovada a motivação por preconceito, os suspeitos, se forem identificados, podem responder por intolerância religiosa, que prevê pena de dois a cinco anos de prisão.

 

FONTE: DIÁRIO DA REGIÃO SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

 

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Lista terreiros de candomblé na BA e dicas para frequentar templos Destaque

Asogbá do Terreiro Ile Axé Oyá Tolá indica como visitar espaços sagrados.
Existem 1.165 terreiros cadastrados em Salvador por centro de estudos.

 

O mistério e a curiosidade que envolvem o candomblé, religião brasileira de matriz africana que resiste no país, torna os espaços sagrados pontos culturais em Salvador e região metropolitana. De acordo com o Centro de Estudos Afro-Orientais, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), são 1.165 terreiros cadastrados na capital, que podem ser consultados por meio do portal do CEAO na internet. Em entrevista ao G1, Maurício Reis, Asogbá do Terreiro Ile Axé Oyá Tolá, que fica em Candeias, na região metropolitana de Salvador, destaca algumas dicas para frequentar um terreiro de candomblé.

"A orientação necessária para conhecer um espaço sagrado de terreiro de candomblé é a utilização de roupas adequadas a um espaço religioso, evitar roupas na cor preta", orienta. Ele diz também que não há um dia específico para a visitação.

"As portas estão sempre abertas aos visitantes que queiram conhecer a sua histórica, cultura, o pertencimento de um povo que contribuiu para a formação da sociedade brasileira. No entanto, é importante que comunique com antecedência à liderança religiosa a data da visita para que possa ser bem acolhido", alerta. O frequentador também deve evitar uso de bebida alcoólica e roupas curtas.

Ainda segundo Maurício Reis, o que o visitante irá encontrar em um terreiro de candomblé é a manutenção do que é mais sagrado, a preservação da natureza, o respeito ao próximo e o compromisso com a religião. "Todas as pessoas são bem-vindas em um terreiro, independentemente da religião, raça, etnia, orientação sexual, partido político, desde que respeitem esse espaço como sagrado.

Para encerrar a série de matérias do Novembro Negro, o G1 listou alguns terreiros em Salvador e região metropolitana. Confira abaixo:

Terreiro do Gantois fica no bairro da Federação, em Salvador (Foto: Egi Santana/G1)
 
Terreiro do Gantois fica no bairro da Federação, em Salvador (Foto: Egi Santana/G1)

Ilê Iyá Omi Axé Iyamassê (Terreiro do Gantois)
Endereço: Alto do Gantois, 33, Federação
Telefone: (71) 3331-9231

Terreiro de Pai Balbino fica em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador (Foto: Alex Ferreira/Arquivo pessoal)
 
Terreiro de Pai Balbino fica em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador (Foto: Alex Ferreira/Arquivo pessoal)

Ilê Axé Opô Aganjú
Endereço: Rua Sakete 32 (nome dado em homenagem a uma cidade em Benin), Alto da Vila Praiana, Lauro de Freitas
Telefone: (71) 3378-2972

Terreiro Ilê Axé Opô Afonjá fica no bairro do Cabula (Foto: Reprodução/TV Bahia)
 
Terreiro Ilê Axé Opô Afonjá fica no bairro do Cabula (Foto: Reprodução/TV Bahia)

Ilê Axé Opó Afonjá (Terreiro de Mãe Stella)
Endereço: Rua Direta de São Gonçalo do Retiro, 557, Cabula
Telefone: (71) 3384-5229

Terreiro da Casa Branca é o mais antigo de Salvador (Foto: Egi Santana/G1)
 
Terreiro da Casa Branca é o mais antigo de Salvador (Foto: Egi Santana/G1)

Ilê Axé Iyá Nassô Oká (Terreiro da Casa Branca)
Endereço: Avenida Vasco da Gama, 463, Engenho Velho da Federação
Telefone: (71) 3335-3100

Terreiro em Candeias  (Foto: Andréa Montenegro/Arquivo pessoal)
 
Terreiro Ilê Axé Oyá Tolá, em Candeias (Foto: Andréa Montenegro/Arquivo pessoal)

Terreiro Ilê Axé Oyá Tolá
Endereço: Rua da Escola, Alto do Candomblé, 125, Passagem dos Teixeiras – Candeias-BA CEP. 43.800-994 (Referencia: Entrada, após o pedágio de Simões Filho, sentido Feira de Santana)
Telefone: (71) 3607-1087
Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Terreiro fica no bairro do Curuzu, em Salvador (Foto: Thamires Tavares/ Divulgação)
 
Terreiro fica no bairro do Curuzu, em Salvador (Foto: Thamires Tavares/ Divulgação)

Terreiro Hunkpame Savalu Vodun Zo Kwe
Endereço: Rua do Curuzu, 222, Bairro da Liberdade
Site: http://terreirovodunzo.wixsite.com/savalu

Terreiro de Alaketu fica no bairro de Brotas, em Salvador (Foto: Egi Santana/G1)
 
Terreiro de Alaketu fica no bairro de Brotas, em Salvador (Foto: Egi Santana/G1)

Ilê Maroiá Lájié (Terreiro de Alaketu ou Olga de Alaketu)
Endereço: Rua Luis Anselmo 67 – Matatu de Brotas
Telefone: ( 71) 3244-2285

Terreiro Casa de Oxumaré fica na Avenida Vasco da Gama, em Salvador (Foto: Egi Santana/G1)
 
Terreiro Casa de Oxumaré fica na Avenida Vasco da Gama, em Salvador (Foto: Egi Santana/G1)

Ilé Òsùmàrè Aràká Àse Ògòdó (Casa de Oxumaré)
Endereço: Avenida Vasco da Gama, 343, Federação
Telefone: (71) 3237-2859
Site: www.casadeoxumare.com.br

Terreiro do Bate Folha fica no bairro da Mata Escura, em Salvador (Foto: Vanessa Avelar/AECC UFBA)
 
Terreiro do Bate Folha fica no bairro da Mata Escura, em Salvador (Foto: Vanessa Avelar/AECC UFBA)

Mansu Bandu Kenkê (Terreiro do Bate Folha)
Endereço: Travessa de São Jorge 65, Mata Escura
Telefone: (71) 3261-2354

Terreiro no bairro do Curuzu (Foto: Egi Santana/G1)
 
Terreiro no bairro do Curuzu (Foto: Egi Santana/G1)

Ilê Axé Jitolú (Ilê Aiyê)
Endereço: Rua do Curuzu, 231, Liberdade
Telefone: (71) 3386-2148
Site: http://www.ileaiyeoficial.com/

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Terreiro do Pilão de Prata (Foto: Egi Santana/G1)
 
Terreiro do Pilão de Prata (Foto: Egi Santana/G1)

Ilê Odô Ogê (Terreiro do Pilão de Prata)
Endereço: Estrada do Curralinho – Boca do Rio CEP: 41720-390 – Salvador – BA
Telefone: (71) 3341-9055
Site: http://www.pilaodeprata.com.br/
*Tombado pelo Ipac

 

FONTE G1

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Pastora que quebrou imagem de santa em SP sofre parada cardíaca Destaque

Após a repercussão negativa de um vídeo publicado nas redes sociais em que uma pastora de uma igreja evangélica de Botucatu, no interior de São Paulo, aparece quebrando imagens de Nossa Senhora Aparecida com um martelo, a responsável pelo ato, identificada como pastora Zélia.

A pastora sofreu uma parada cardíaca na noite de quinta-feira(12), em sua casa. Zélia foi levada as pressas para hospital municipal de Botucatu e está fora de perigo. A equipe de reportagem do Portal Atualizado conversou com a pastora por telefone.

 Segundo a própria pastora, ela conversou com anjos antes de ''voltar a terra'. ''Eu conversei com anjos, me arrependo do que fiz, tenho que respeitar e espalhar amor, essa é minha missão na terra.'' publicamente, Zélia também pediu desculpas aos católicos pelo episódio.

 

Fonte: Com informações do Portal Atualizado

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Terreiro Vodun Zo Kwe é tombado pelo município Destaque

Terreiro Vodun Zo Kwe é tombado pelo município

 

"O Rio nasça onde nascer, todo ele vai para o mar, somos todos iguais", esta foi a frase com que o sacerdote Doté Amilton  marcou, nesta sexta-feira, 15,  a cerimônia de tombamento do Terreiro Hunkpame Savalu Vodun Zo Kwe, no Curuzu, bairro da Liberdade.

"O tombamento visa preservar não só o espaço físico, mas também todo o legado cultural e a tradição, e aqui também tem a questão ecológica", disse o presidente da Fundação Gregório de Mattos, Fernando Guerreiro.

O terreiro, localizado na rua Direita do Curuzu, é conhecido como mancha verde, pois a região possui a única área verde preservada do bairro com  maior população  negra da cidade.

Durante a cerimônia, Doté Amilton destacou os 30 anos de projetos sociais desenvolvidos no local, com  o ensino de capoeira para crianças da comunidade.

"Muitas crianças carentes  cresceram e foram para a Europa e levaram o que aprenderam aqui", disse,  emocionado com o reconhecimento do trabalho que tira jovens de situação de risco. O sacerdote renunciou à própria residência para montar uma biblioteca.

O ato desta sexta representou a primeira ação municipal da capital com base na Lei de Preservação do Patrimônio Cultural do Município (8.550/2014), de autoria do vereador Léo Prates (DEM). A ação foi executada pelo setor de patrimônio do município, criado neste ano, sob a responsabilidade da Fundação Gregório de Mattos (FGM).

"Essa lei chegou com muito atraso para uma cidade com imenso patrimônio histórico. Os tombamentos são feitos a partir da demanda da sociedade civil. Não é uma escolha da fundação, eles nos procuram e fazem a solicitação. Uma comissão de técnicos avalia. Já temos uma lista grande que inclui, por exemplo, a pedra de Xangô, em Cajazeiras. Mas, até agora, o Vodun Zo foi o único terreiro que fez o pedido para tombamento na cidade de Salvador", explicou o gestor da FGM.

"É um ato de reconhecimento da ancestralidade, da cultura e religião africana, que fazem parte da formação do nosso ser. A religião e a fé de cada um têm que ser respeitadas", disse o prefeito ACM Neto, que assinou a certidão oficial de tombamento e prometeu uma creche-escola para o local, reivindicada pelo terreiro.

O encerramento do ato contou com performance da Banda Aiyê, do bloco afro Ilê Aiyê.

Raridade

De 12 mil m² de área, restaram  ao terreiro apenas 2 mil m². Ao longo de 40 anos em  que o sacerdote está no local, houve invasões com derrubada de árvores, depredação da fonte, problemas com especulação imobiliária e dificuldade de manutenção das instalações - motivos que foram elencados no ofício para formalizar o pedido de tombamento protocolado e documentado pela Associação Brasileira de Preservação da Cultura Afro Ameríndia (AFA).

"Temos aqui uma raridade de culto, que não há em nenhum outro local. Tínhamos que tomar alguma atitude drástica para proteger esse espaço vivo de memória", pontuou Leonel Monteiro, presidente da AFA.

Como único da nação Jeje Savalu, o Vodun Zo  preserva os ritos originais da linhagem, bem como o dialeto africano ewe-fon, nos cânticos, rezas e no cotidiano da comunidade do Curuzu, no bairro da Liberdade.

Fonte:

http://atarde.uol.com.br/bahia/salvador/noticias/1739656-terreiro-vodun-zo-kwe-e-tombado-pelo-municipio

Por: Yuri Pastori

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Criança vítima de intolerância religiosa Destaque

A agressão a uma criança de 11 anos no último domingo domingo (14), atingida por uma pedrada quando voltava de um ritual de candomblé, expõe um problema que é mais comum no Rio de Janeiro do que em outros estados do país, segundo dados da Secretaria de Direitos Humanos (SDH): a intolerância religiosa.

Um levantamento feito pelo G1 com números de 2014 do Disque 100, que recebe telefonemas anônimos sobre vários tipos de violência (da doméstica à homofobia), mostra que o estado liderou naquele ano o registro de denúncias relacionadas à religião em todas as faixas etárias. Além disso, entre 2011 e 2014, o Rio foi a unidade da federação com maior número de discriminação religiosa contra crianças e adolescentes.

Durante esses quatro anos, foram 16 denúncias de intolerância religiosa contra os jovens. O segundo estado com maior número de casos nesta faixa etária é São Paulo, com 11. Em terceiro, aparecem Bahia e Ceará, com menos da metade das denúncias do Rio: sete.

Os dados do Disque 100 vão somente até 2014 – já que são divulgados somente ao final do ano em curso. Naquele ano, o Rio também ficou à frente no ranking geral. Entre todas as idades, foram 39 denúncias. O registro é o maior em números absolutos, mas também é o maior na proporção de denúncias por 100 mil habitantes: 0,24. A inglória primeira colocação foi alcançada após um aumento considerável de casos no estado. De 2011 para 2012, saltou 500%; e de 2012 a 2013, 116,67%.

No ano seguinte, os registros ficaram estáveis no estado e diminuíram em São Paulo – até então o estado com mais casos de discriminação religiosa. Com isso, o Rio acabou passando à frente.

Segundo a pesquisa, a maior incidência de registros ocorre entre vizinhos. No entanto, não são raros os casos entre pai, mãe, familiares próximos e até mesmo professores e diretores de colégio. Outro dado curioso mostra que, muitas vezes, a discriminação acontece na casa da vítima. A rua, como foi o caso da jovem de 11 anos do último domingo, fica em segundo lugar.

'Fecho o olho e vejo tudo de novo'
A marca da violência está na cabeça de Kailane Campos, que é candomblecista e foi apedrejada na saída de um culto, na Vila da Penha, Subúrbio do Rio, no último domingo (14). 

“Achei que ia morrer. Eu sei que vai ser difícil. Toda vez que eu fecho o olho eu vejo tudo de novo. Isso vai ser difícil de tirar da memória”, disse nesta terça-feira (16) a menina de 11 anos.

Na delegacia 38ª DP (Brás de Pina), o caso foi registrado como preconceito de raça, cor, etnia ou religião e também como lesão corporal, provocada por pedrada. Os agressores fugiram em um ônibus que passava pela Avenida Meriti, no mesmo bairro. A polícia, agora, busca imagens das câmeras de segurança do veículo para tentar identificar os dois homens.

A avó da criança lançou uma campanha na internet e tirou fotos segurando um cartaz com as frases: “Eu visto branco, branco da paz. Sou do candomblé, e você?”. A campanha recebeu o apoio de amigos e pessoas que defendem a liberdade religiosa. Uma delas escreveu: “Mãe Kátia, estamos juntos nessa”.

Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/06/rj-lidera-denuncias-de-discriminacao-religiosa-contra-criancas-16-em-4-anos.html

 

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Tia de menina apedrejada no Rio diz que agressores 'acham que são Deus' Destaque

Iara Jandeiro é candomblecista. Ela é tia de uma menina de 11 anos e testemunha da agressão sofrida pela criança, atingida por uma pedrada no domingo (14), quando saía de um culto religioso. Os autores, segundo ela, seriam dois jovens que aparentam ter 20 anos. Apesar de adepta da religião afro-brasileira, Iara faz alusão a uma frase comum aos católicos para pregar a paz entre os crentes de várias matizes.

"'Amai-vos uns aos outros, como vos amei', está escrito na Bíblia. Eles (os agressores) acham que são Deus, que o Deus deles é melhor que o nosso. Cada um tem sua religião, independente de ser budista, cristão, católico, candomblecista, judeu. Cada um tem que respeitar a religião do próximo. Não somos deus para julgar", diz a autônoma.

O caso foi registrado como lesão corporal e no artigo 20, da Lei 7716 (praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional) na 38º DP (Irajá).

De acordo com a unidade policial, parentes prestaram depoimento. A menor de 11 anos foi ouvida e encaminhada a exame de corpo de delito. Os agentes realizam diligências para localizar imagens e testemunhas que possam auxiliar na identificação da autoria do crime.

Fonte:

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/06/acham-que-sao-deus-diz-tia-de-menina-apedrejada-apos-culto-no-rio.html

Gabriel BarreiraDo G1 Rio

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Policial Civil Interpela Compras de Mãe de Santo na Feira de Caxias, mais um caso de Intolerância Religiosa na Baixada Fluminense

A Mametu Nkisi Kátia Funcibialá (Oxalufan), passou por  mais  uma  ação  constrangedora, agora  na feira de Duque de Caxias, tudo  aconteceu  quando  Mãe Kátia  foi fazer compras  de aves, na  feirinha de Caxias, uma  das mais conhecidas por comercializar animais e aves.
Acompanhada de sua neta, a menina da pedra, Kayllane D Teleku Mpensu (Logun Edé) depois de terem saído do aviário com as aves que tinham pago e acompanhadas de um rapaz (era um adolescente especial)  do carreto, quando distraidamente  foram abordados por policiais  civis  que  de  maneira  grotesca e  violenta faziam  operação na  feira ,   puxando o rapaz (carreteiro) pela camisa e já com a intenção de lhe dar um soco, quando sofreu a interpelação de Mãe Katia  querendo saber o que  havia  acontecido para tal  violência  e constrangimento, onde o policial questionou a procedência das aves e para onde estavam sendo levadas? Na mesma hora já com toda feira parada assistindo tal discussão, Mãe Katia não entendia porque só ela havia passado pela fiscalização, já que tinha um numero grande de japoneses e Chineses com os mesmo animais e não  tinham sido averiguados, mais na  mesma hora, alguns clientes da feira relataram a Mãe Kátia, que isto vem acontecendo mais vezes com pessoas que se trajam com vestimentas do candomblé e da umbanda .Confirmando assim o que um rapaz, que assistia tudo e chegou perto de Mãe Katia e disse:
- que aquilo seria por conta da minha roupa. “Daí ele me revelou que já aconteceu isso com ele por ele está vestido com roupa de ração e que  por isso que ele não vai mais à feira com esse tipo de roupa.” É realmente está ficando cada dia mais difícil um monte de japonês comprando milhares de Galinhas e nenhum deles foi abordado" disse Mãe Katia.  Mais uma intolerância por parte de quem deveria nos defender muito triste ter que conviver com esse tipo de gente, ainda mais sendo da Policia.
Mais um dado infelizmente para as  estatísticas de casos e  situações de intolerância religiosa no Rio de Janeiro.
O Agen Afro  irá passar o fato para a CCIR-RJ e para o CEPLIR –RJ, ligado a Secretária de Estado de Direitos Humanos  do RJ.
 
 
 

AGEN AFRO DIRETO DA REDAÇÃO 

BAIXADA FLUMINENSE – RJ
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Do terreiro para a internet: O canal de Mãe Stella de Oxóssi no YouTube

Aos 92 anos, a ialorixá começou a compartilhar conhecimentos por meio da vídeos na plataforma.

Aos 92 anos, Mãe Stella de Oxóssi é hoje uma das youtubers mais velhas do mundo.

No final de setembro, a ialorixá abriu um canal na plataforma para compartilhar depoimentos, memórias e ensinamentos do candomblé - religião brasileira de matriz africana que cultua os orixás.

A mãe de santo é referência no assunto. Tem 10 livros baseados na tradição oral da cultura Iorubá e é imortal da Academia de Letras da Bahia.

Se terreiro, Ilê Axé Opô Afonjá, também é célebre. Fica em Salvador, na Bahia e foi tombado em 2000 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

"Eu quero fazer uma mistura onde junte a verdade com a consciência de sabedoria para que fique sempre fixo em nosso juízo (...) Com fé no divino esse canal vai ser sucesso", diz mãe Stella Oxóssi no vídeo de apresentação do canal. Veja abaixo:

Além do vídeo de apresentação, o canal já reúne outros quatro registros. Em um deles, a atriz Cassia Vale interpreta textos da mãe de santo. Assista no player abaixo:

O cardápio de vídeos promete ser variado.

Em breve, os assinantes do canal Da Cabeça de Mãe Stella acompanharão também testemunhos de artistas como Margareth Menezes sobre encontros com a ialorixá, curiosidades sobre ela e mitos da cultura Iorubá narrados por iniciados no candomblé.

"Como hoje em dia, por causa da idade, não posso mais atender como antes, falo com meus filhos agora através da internet", disse a mãe de santo ao jornal O Globo.

E não é só no YouTube que Mãe Stella de Oxóssi compartilha seus conhecimentos a fim de aproximar o candomblé do grande público.

Em maio, ela lançou o aplicativo para Android Mãe Stella: Uma Vida em Movimento.

O app gratuito traz áudios com mensagens motivacionais da ialorixá, vídeos, galeria de fotos, além de seis dos 10 livros da ialorixá em formato e-book.

FONTE HUFFPOST

 

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Átila A. Nunes afirma que polícia acaba de identificar suspeitos dos ataques aos centros de candomblé!!!!

Átila A. Nunes afirma que polícia acaba de identificar suspeitos dos ataques aos centros de candomblé!!!!
 
A Polícia Civil identificou parte dos autores de sete ataques contra terreiros de umbanda e candomblé, ocorridos nas duas últimas semanas, em pontos diferentes de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Todos os identificados, que não tiveram nomes divulgados, são ligados ao tráfico de drogas. As investigações correm em sigilo e estão sendo feitas pela 58ª DP ( Posse).
Nesta quarta-feira, policiais civis chegaram trocar tiros com suspeitos , mas não houve feridos ou prisões. Também nesta quarta, o secretário estadual de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos ( SEDHMI), Átila Alexandre Nunes, confirmou a ocorrência de um oitavo ataque na mesma região.
Mãe de santo foi obrigada por bandidos a quebrar imagens religiosas Mãe de santo foi obrigada por bandidos a quebrar imagens religiosas Foto: reprodução
O caso também será encaminhado para a 58ª DP. Segundo o secretário, um terreiro de candomblé, em Nova Iguaçu, foi atacado na terça-feira da semana passada por homens armados. Os bandidos renderam uma mãe de santo e outras quatro pessoas, uma delas uma idosa de 75 anos. A idosa teve um kelê ( colar usado por inciados na religião), arrancado do pescoço com um revólver.
Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra a mãe de santo sendo ameaçada com um taco de beisebol e, ainda, sendo obrigada a quebrar imagens religiosas. Enquanto isso, um dos bandidos diz que todo mal tem de ser destruído.
Para o secretário Átila Alexandre Nunes a série de ataques contra terreiros em Nova Iguaçu revela que falsos religiosos estão influenciando traficantes para realizar atos de intolerância religiosa.
Átila Alexandre Nunes é secretário estadual de Direitos Humanos Átila Alexandre Nunes é secretário estadual de Direitos Humanos Foto: Marcos Nunes/Extra/Agência O Globo
— Existe sim um fenômeno onde você tem falsos religiosos exercendo poder e influência sobre atividades criminosas, ou seja funcionando até como líderes religiosos de traficantes. O que chama atenção para um problema muito maior que uma intolerância religiosa convencional. Eles invadem os terreiros sem propósitos financeiros. Fazem isso apenas para impedir outra prática religiosa na região. Como dando um recado. Ou seja, nesta região não poderá haver outro tipo de manifestação religiosa— disse.
Nesta terça-feira, Atila se reuniu com o secretário estadual de Segurança. Roberto Sá, e com o chefe de Polícia Civil, Carlos Augusto Leba. Na pauta, foi discutida a criação da Delegacia de Combate a Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
Segundo o secretário, a Polícia Civil e a Secretaria de Segurança acenaram com a possibilidade da criação da especializada, o que deverá se concretizar até o fim do ano.
Também está nos planos a criação de registros on line para denúncias de intolerância religiosa ou de homofobia LGBT.
Já o delegado Geraldo Assed, da 37ª DP (Ilha do Governador) investiga imagens exibidas em um outro vídeo que está circulando nas redes sociais. Elas mostram traficantes obrigando um homem a depredar um centro espírita. A polícia investiga se o fato ocorreu no Morro do Dendê, na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio.
 
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10ª Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa:

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Retorno a São Paulo com um misto de sensações, alegrias e frustrações. Os recorrentes ataques aos terreiros no Rio de Janeiro são uma pequena amostra do Racismo e intolerância que sofremos em todo o país, muitas dessas ações são feitas inclusive pelo poder público que desrespeita nossa cultura , nos renega Direitos e nos impossibilitam de avançar.

Foram 50 mil pessoas em Copacabana trajadas com suas vestimentas sagradas clamando por respeito e paz, marcha essa organizada sem nenhum apoio do governo, totalmente financiado pelas comunidades  religiosas que visam a mudança do cenário que vivemos no país.
A marcha foi criada e é administrada por um coletivo Inter Religioso sólido e comprometido com a comunidade e tem como interlocutor o Babá Ivanir que promove a união e o diálogo entre os povos agregando toda a diversidade religiosa e cultural.
Me pergunto se precisamos mesmo esperar que invadam nossos terreiros para termos mobilizações como essa?
Aos meus coletivos Mestres X Maestros , Movimento Nacional O Brasil Contra à Intolerância , Águas de São Paulo , Foesp Brasil , Armac, Feucem, Candum , Compasp , Fomaf , Fórum Inter Religioso do Estado de SP, Afoxé Filhos de Ijexá e Comissão Organizadora da Procissão de Iemanja de Santos e todo o povo de São Paulo , meu muito obrigado por serem agentes transformadores da nossa comunidade, me orgulho de todos vocês.
Apoiem o Movimento Nacional Brasil Contra a Intolerância Religiosa.
 
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