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Policial Civil Interpela Compras de Mãe de Santo na Feira de Caxias, mais um caso de Intolerância Religiosa na Baixada Fluminense

A Mametu Nkisi Kátia Funcibialá (Oxalufan), passou por  mais  uma  ação  constrangedora, agora  na feira de Duque de Caxias, tudo  aconteceu  quando  Mãe Kátia  foi fazer compras  de aves, na  feirinha de Caxias, uma  das mais conhecidas por comercializar animais e aves.
Acompanhada de sua neta, a menina da pedra, Kayllane D Teleku Mpensu (Logun Edé) depois de terem saído do aviário com as aves que tinham pago e acompanhadas de um rapaz (era um adolescente especial)  do carreto, quando distraidamente  foram abordados por policiais  civis  que  de  maneira  grotesca e  violenta faziam  operação na  feira ,   puxando o rapaz (carreteiro) pela camisa e já com a intenção de lhe dar um soco, quando sofreu a interpelação de Mãe Katia  querendo saber o que  havia  acontecido para tal  violência  e constrangimento, onde o policial questionou a procedência das aves e para onde estavam sendo levadas? Na mesma hora já com toda feira parada assistindo tal discussão, Mãe Katia não entendia porque só ela havia passado pela fiscalização, já que tinha um numero grande de japoneses e Chineses com os mesmo animais e não  tinham sido averiguados, mais na  mesma hora, alguns clientes da feira relataram a Mãe Kátia, que isto vem acontecendo mais vezes com pessoas que se trajam com vestimentas do candomblé e da umbanda .Confirmando assim o que um rapaz, que assistia tudo e chegou perto de Mãe Katia e disse:
- que aquilo seria por conta da minha roupa. “Daí ele me revelou que já aconteceu isso com ele por ele está vestido com roupa de ração e que  por isso que ele não vai mais à feira com esse tipo de roupa.” É realmente está ficando cada dia mais difícil um monte de japonês comprando milhares de Galinhas e nenhum deles foi abordado" disse Mãe Katia.  Mais uma intolerância por parte de quem deveria nos defender muito triste ter que conviver com esse tipo de gente, ainda mais sendo da Policia.
Mais um dado infelizmente para as  estatísticas de casos e  situações de intolerância religiosa no Rio de Janeiro.
O Agen Afro  irá passar o fato para a CCIR-RJ e para o CEPLIR –RJ, ligado a Secretária de Estado de Direitos Humanos  do RJ.
 
 
 

AGEN AFRO DIRETO DA REDAÇÃO 

BAIXADA FLUMINENSE – RJ
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Do terreiro para a internet: O canal de Mãe Stella de Oxóssi no YouTube

Aos 92 anos, a ialorixá começou a compartilhar conhecimentos por meio da vídeos na plataforma.

Aos 92 anos, Mãe Stella de Oxóssi é hoje uma das youtubers mais velhas do mundo.

No final de setembro, a ialorixá abriu um canal na plataforma para compartilhar depoimentos, memórias e ensinamentos do candomblé - religião brasileira de matriz africana que cultua os orixás.

A mãe de santo é referência no assunto. Tem 10 livros baseados na tradição oral da cultura Iorubá e é imortal da Academia de Letras da Bahia.

Se terreiro, Ilê Axé Opô Afonjá, também é célebre. Fica em Salvador, na Bahia e foi tombado em 2000 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

"Eu quero fazer uma mistura onde junte a verdade com a consciência de sabedoria para que fique sempre fixo em nosso juízo (...) Com fé no divino esse canal vai ser sucesso", diz mãe Stella Oxóssi no vídeo de apresentação do canal. Veja abaixo:

Além do vídeo de apresentação, o canal já reúne outros quatro registros. Em um deles, a atriz Cassia Vale interpreta textos da mãe de santo. Assista no player abaixo:

O cardápio de vídeos promete ser variado.

Em breve, os assinantes do canal Da Cabeça de Mãe Stella acompanharão também testemunhos de artistas como Margareth Menezes sobre encontros com a ialorixá, curiosidades sobre ela e mitos da cultura Iorubá narrados por iniciados no candomblé.

"Como hoje em dia, por causa da idade, não posso mais atender como antes, falo com meus filhos agora através da internet", disse a mãe de santo ao jornal O Globo.

E não é só no YouTube que Mãe Stella de Oxóssi compartilha seus conhecimentos a fim de aproximar o candomblé do grande público.

Em maio, ela lançou o aplicativo para Android Mãe Stella: Uma Vida em Movimento.

O app gratuito traz áudios com mensagens motivacionais da ialorixá, vídeos, galeria de fotos, além de seis dos 10 livros da ialorixá em formato e-book.

FONTE HUFFPOST

 

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Vídeo relacionado

Átila A. Nunes afirma que polícia acaba de identificar suspeitos dos ataques aos centros de candomblé!!!!

Átila A. Nunes afirma que polícia acaba de identificar suspeitos dos ataques aos centros de candomblé!!!!
 
A Polícia Civil identificou parte dos autores de sete ataques contra terreiros de umbanda e candomblé, ocorridos nas duas últimas semanas, em pontos diferentes de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Todos os identificados, que não tiveram nomes divulgados, são ligados ao tráfico de drogas. As investigações correm em sigilo e estão sendo feitas pela 58ª DP ( Posse).
Nesta quarta-feira, policiais civis chegaram trocar tiros com suspeitos , mas não houve feridos ou prisões. Também nesta quarta, o secretário estadual de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos ( SEDHMI), Átila Alexandre Nunes, confirmou a ocorrência de um oitavo ataque na mesma região.
Mãe de santo foi obrigada por bandidos a quebrar imagens religiosas Mãe de santo foi obrigada por bandidos a quebrar imagens religiosas Foto: reprodução
O caso também será encaminhado para a 58ª DP. Segundo o secretário, um terreiro de candomblé, em Nova Iguaçu, foi atacado na terça-feira da semana passada por homens armados. Os bandidos renderam uma mãe de santo e outras quatro pessoas, uma delas uma idosa de 75 anos. A idosa teve um kelê ( colar usado por inciados na religião), arrancado do pescoço com um revólver.
Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra a mãe de santo sendo ameaçada com um taco de beisebol e, ainda, sendo obrigada a quebrar imagens religiosas. Enquanto isso, um dos bandidos diz que todo mal tem de ser destruído.
Para o secretário Átila Alexandre Nunes a série de ataques contra terreiros em Nova Iguaçu revela que falsos religiosos estão influenciando traficantes para realizar atos de intolerância religiosa.
Átila Alexandre Nunes é secretário estadual de Direitos Humanos Átila Alexandre Nunes é secretário estadual de Direitos Humanos Foto: Marcos Nunes/Extra/Agência O Globo
— Existe sim um fenômeno onde você tem falsos religiosos exercendo poder e influência sobre atividades criminosas, ou seja funcionando até como líderes religiosos de traficantes. O que chama atenção para um problema muito maior que uma intolerância religiosa convencional. Eles invadem os terreiros sem propósitos financeiros. Fazem isso apenas para impedir outra prática religiosa na região. Como dando um recado. Ou seja, nesta região não poderá haver outro tipo de manifestação religiosa— disse.
Nesta terça-feira, Atila se reuniu com o secretário estadual de Segurança. Roberto Sá, e com o chefe de Polícia Civil, Carlos Augusto Leba. Na pauta, foi discutida a criação da Delegacia de Combate a Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
Segundo o secretário, a Polícia Civil e a Secretaria de Segurança acenaram com a possibilidade da criação da especializada, o que deverá se concretizar até o fim do ano.
Também está nos planos a criação de registros on line para denúncias de intolerância religiosa ou de homofobia LGBT.
Já o delegado Geraldo Assed, da 37ª DP (Ilha do Governador) investiga imagens exibidas em um outro vídeo que está circulando nas redes sociais. Elas mostram traficantes obrigando um homem a depredar um centro espírita. A polícia investiga se o fato ocorreu no Morro do Dendê, na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio.
 
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