Clique para ouvir o texto selecionado! GSpeech
Menu

twitter facebook google youtube instagram tumblr email

Caracteristicas dos filhos de Oxalufã, Oxaguiã e Oxalá

OXALÁ

OXALÁ

DIA: SEXTA-FEIRA

COR: BRANCO LEITOSO

SIMBOLO: OPÁXORÓ

ELEMENTOS: ATMOSFERA E CÉU

DOMINIOS: PODER PROCRIADOR MASCULINO, CRIAÇÃO, VIA E MORTE

SAUDAÇÃO: EPA BABÁ

CARACTERISTICAS DOS FILHOS DE OXALUFÃ

O tipo físico de OXALUFÃ é frágil, delicado, friorento, sujeito a resfriados. Compensa sua debilidade física com grande força moral, e seu alvo à realizar a condição humana no q tem de mais nobre. É fiel no amor e na amizade. Oxalufã é o poente.

CARACTERISTICAS DOS FILHOS DE OXAGUIÃ

O tipo OXAGUIÃ é um jovem guerreiro combativo. É habitualmente alto e robusto, mas não é agressivo nem brutal. Não despreza o sexo e cultiva o amor livre. É alegre, gosta profundamente da vida, é falador e brincalhão. Ao mesmo tempo é idealista, defendendo os injustiçados, os fracos e os oprimidos. Orgulhoso, sedento de feitos gloriosos, às vezes, uma espécie de D. Quixote. Os seus pensamentos originais geralmente antecipam os da sua época. Ele é o nascente.

Leia mais ...

Ajebó ou Ajabó para Xangô

Ajebó ou Ajabó para Xangô

Ajebó para abertura de caminho profissional

Material:

44 quiabos com a ponta bem retinha

1 vasilha branca de ágata ou porcelana

1 copo de Mel de abelhas

1/2 copo de azeite de oliva

1 copo de água

12 tiras de papel com seu nome de batismo escrito a lápis com letra de forma.

1 papel com seus pedidos à Xangô

12 moedas correntes ( lavadas e secas )

1 vela de sete dias branca

Modo de preparo:

Lave bem os quiabos e seque-os, corte a pontinha e a cabeça de 32 quiabos, sendo que a cabeça do primeiro quiabo deve ser colocada entre as sombrancelhas ( no terceiro olho, o quiabo ficará grudado pela própria baba que sai, fique com ela colada até terminar o ebó)a seguir corte os 32 quiabos emrodelinhas bem finas e coloque dentro da vasilha, junto com as 12 tiras de papel, adicione o mel, a água e o azeite,com a mão direita você começará a bater o quiabo como se estivesse batendo ovos para omelete, bata até que fique cheio de bolhas.Coloque a carta em baixo da pasta formada, enfeite com os 12 quiabos, deixando a pontinha para fora, ponha as moedas próximas ao quiabo,acenda a vela saudando Xangô e fazendo seus pedidos, retie a cabeça do quiabo grudado no rosto e coloque no centro da vasilha, com a parte que gruda para cima. Deixe por três dias e despache a pasta num jardim, lave e vasilha e guarde, podendo usa-la para outros ebós para Xangô. Fazer este ebó em lua boa.

Ajabó para o amor

Material:

44 quiabos com a ponta retinha

1 copo de mel de abelhas

1 vidro de água de flor de laranjeira grande (comprado em casa de artigos religiosos)

12 papéis com seu nome escrito a lápis e com letra de forma ( no caso de fazer para união, coloque 12 papéis com seu nome e mais 12 com o nome da pessoa)

1 papel com seus pedidos a Xangô

12 moedas correntes ( lavadas e secas )

1 vela de sete dias branca

Modo de preparo:

Igual ao ajebó anterior, apenas deve ser batido com o mel e a água de flor de laranjeira.

Ajabó para Xangô Aganju ( para ajudar a superar as dificuldades da vida )

Material:

44 quiabos com a ponta retinha

1 copo de mel de abelhas

1/2 copo de azeite de oliva

1 copo de açúcar mascavo

5 balas de leite

5 cocadas branca

12 moedas corrente

1 copo pequeno de água

1 noz moscada ralada na hora

12 tiras de papel com seu nome de batismo escrito a lápis e com letra de forma.

1 carta com seus pedidos a Xangô

Modo de preparo:

Igual ao primeiro Ajebó, só que deve ser batido com a água, o açúcar mascavo, o mel e o azeite de oliva,e a noz moscada ralada, após terminar de bater coloque dentro as 5 balas e as 5 cocadas, faça todo o resto da mesma forma como descrito no primeiro ajebó.

Todos estes ajebós podem ser feitos em casa, mas querendo você pode fazer em mata, ou pedreira, cachoeira, no caso de fazer na natureza troque a vela de sete dias por 12 velas branca comuns, leve também uma lata de cerveja preta e derrame sobre a pedra e em volta do ebó, traga a lata de volta para casa e jogue no lixo, limpe bem o local para que não pegue fogo, para que o orixá não se revolte contra você.

Ajebó para limpeza energética

Material:

Sabão da costa ou de coco.

32 quiabos

1/2 copo de glicose

água de cachoeira

1 vasilha branca de ágata ou porcelana

Modo de preparo:

Você deverá ir a uma cachoeira, peça licença o Oxum e recolha um pouco de água na vasilha, retire as cabeças e pontas do quiabo e jogue na água,corte os quiabos em rodelas bem fininhas, adicione a glicose e bata bem como um ajebó comum, até que fique cheio de bolhas, reserve. Entre na cachoeira e tome um banho com o sabão, se enxágue, pegue o ajebó com as mãos e passe no corpo todo como se estivesse se limpando, pedindo a Xangô e Oxum que retirem de seu corpo toda energia negativa, afastando doenças físicas e espirituais, peça que seus caminhos se abram, que eles tragam a você sorte, prosperidade, saúde e alegria.Entre novamente na cachoeira e se enxágue retirando todo ajebó do corpo. Vista roupas claras por três dias.

Ebó de Xangô para passar em provas e concursos

Material:

12 bananas da terra maduras

1 vidro de mel de abelhas

1 vela de sete dias marrom

1 prato de porcela branca grande

12 folhas de louro verde

12 moedas corrente ( lavadas e secas )

12 tiras de papel com seu nome de batismo escrito a lápis e com letra de forma.

1 papel pequeno com seu nome escrito, nome do concurso, local, dia e hora do concurso.

Modo de preparo:

Abra as 12 bananas no sentido do comprimento, sem retirar a casca e sem dividilas ao meio, coloque um papel com seu nome dentro, regando com um pouco de mel, coloque as 12 bananas no prato. Passe um pouco de mel no papel onde você escreveu os dados do concurso e cole na vela marrom com a parte escrita para dentro, coloque a vela no centro do prato.

Coloque uma moeda e uma folha de louro sobre cada banana, acenda a vela chamando 12 vezes por Xangô,faça seus pedidos a Xangô e termine fazendo 12 orações.

Este ebó pode ser feito em casa e depois despachado em baixo de uma árvore sem espinhos ou na natureza em beira de rio, cachoeira , pedreira ou beira de mato, fazer 7 dias antes do concurso.

No dia do concurso acenda uma vela comum branca e peça a Xangô que lhe ajude a ter um bom raciocínio e muita sorte.

Leia mais ...

Qualidades de Airá - Àyrá

Folhas

Qualidades

Em alguns terreiros de candomblé cultua-se um grupo de qualidades de àngó que recebe o nome de Ayrá. Também se acredita que Ayrá seja um orixá diferente de àngó e que participa de alguns de seus mitos. O mais comum é considerar-se Ayrá como um àngó branco. Vejamos algumas das subdivisões de Ayrá.

  • Ayrá Intile - É o filho rebelde de Ọbàtálá. Ayrá Intilé foi um filho muito difícil, causando dissabores a Ọbàtálá. Um dia, Ọbàtálá juntou-se a Odudua e ambos decidiram pregar uma reprimenda em Intilé. Estava Intilé na casa de uma de suas amantes, quando os dois velhos passaram à porta e levaram seu cavalo branco. Ayrá Intilé percebeu o roubo e sabedor que dois velhos o haviam levado seu cavalo predileto, saiu no encalço. Na perseguição encontrou Ọbàtálá e tentou enfrentá-lo. O velho não se fez de rogado, gritou com Intilé, exigindo que se prostrasse diante dele e pedisse sua benção. Pela primeira vez Ayrá Intilé havia se submetido a alguém. Ayrá tinha sempre ao pescoço colares de contas vermelhas. Foi então que Ọbàtálá desfez os colares de Ayrá Intilé e alternou as contas encarnadas com as contas brancas de seus próprios colares. Ọbàtálá entregou a Intilé seu novo colar, vermelho e branco. Daquele dia em diante, toda terra saberia que ele era seu filho. E para terminar o mito, Ọbàtálá fez com que Ayrá Intilé o levasse de volta a seu palácio pelo rio, carregando-o em suas costas. Nesta qualidade, Ayrá Intilé dá a seu devoto um ar altivo e de sabedoria, prepotente, equilibrado, intelectual, severo, moralista, decidido.
  • Ayrá Ibonã - É considerado o pai do fogo, tanto que na maioria dos terreiros, no mês de junho de cada ano, acontece a fogueira de Ayrá, rito em que Ibonã dança acompanhado de Iansã, pisando as brasas incandescentes. Conta o mito que Ibonã foi criado por Dadá, que o mimava em tudo o que podia. Não havia um só desejo de Ibonã que Dadá não realizasse. Um dia Dadá surpreendeu Ibonã brincando com as brasas do fogão, que não lhe causavam nenhum dano. Desde então, em todas as festas do povoado, lá estava Ayrá Ibonã, sempre acompanhado de Iansã, dançando e cantando sobre as brasas escaldantes das fogueiras. Nessa qualidade, os seguidores de Ayrá têm espírito jovem, perigoso, violento, intolerante, mas são brincalhões, alegres, gostam de dançar e cantar.
  • Ayrá Osi - É o eterno companheiro de Ooguian. Um dia, passando Ooguian pelas terras onde vivia Ayrá Osi, despertou no jovem grande entusiasmo por seu porte de guerreiro e vencedor de batalhas. Sem que Ooguian se desse conta, Ayrá trocou suas vestes vermelhas pelas brancas dos guerreiros de Ooguian, misturando-se aos soldados do rei de Ejibô. No caminho encontraram inimigos ao que Osi, medroso que era, escondeu-se atrás de uma grande pedra. Ooguian observava a disputa do alto de um monte, esperando o momento certo de entrar nela, mas, para sua surpresa, percebeu que um de seus soldados estava de cócoras, escondido atrás da pedra. Sorrateiramente Ooguian interpelou seu soldado e para sua surpresa deparou-se com Ayrá que chorava de medo, implorando seu perdão, por haver enganado o grande guerreiro branco. Ooguian, por sua bondade e sabedoria, compadeceu-se de Ayrá Osi. No entanto, como punição pela mentira de Ayrá, decidiu que naquele mesmo dia o jovem voltaria à sua terra natal vestindo-se de branco e nunca mais usaria o escarlate, devendo dedicar-se a arte da guerra para poder seguir com ele em suas eternas batalhas. Os filhos de Ayrá Osi são considerados jovens guerreiros, lutam pelo que querem, mas as vezes deixam-se enganar pela impetuosidade. São calmos, não tidos a trabalhos intelectuais, são amorosos, alegres e sentimentais. São muitas as invocações ou qualidades de àngó, que, como vimos, se juntam às outras tantas de Ayrá. Em diferentes países e regiões da diáspora africana em que a religião dos orixás sobreviveu e prosperou, há diferentes variantes das qualidades dos orixás, pois cada grupo, geograficamente isolado, ao longo do tempo, acabou por selecionar esta ou aquela passagem mítica do orixá. Muitas foram esquecidas, outras ganharam novos significados. Cada qualidade é representada por diferentes cores e outros atributos, de modo que, pelas vestes, contas e ferramentas, ritmos e danças, é possível identificar a qualidade que está sendo festejada, principalmente no barracão de festas dos terreiros. Não só por esses aspectos, mas também pelas oferendas votivas e pelos animais que são sacrificados em favor da divindade.
Leia mais ...

História Da Pomba Gira Tata Mulambo

Nesta História Da Tata Mulambo, se conta que Tata Mulambo viveu há muito mais tempo do que possamos imaginar. Segundo a Tata Mulambo, ela é desencarnada há bem mais de 107 anos.

Na História Da Tata Mulambo conta que ela era uma rainha da província onde vivia e estava sempre cercada de muito luxo, bons tecidos, ouro, prata muitos súditos e muita riqueza.

Conta a História Da Tata Mulambo que certa vez, em um de seus passeios fora do castelo (ela também era conhecida como Molambo), conheceu um camponês por quem se apaixonou à primeira vista.

Iludida com aquele sentimento tão grande, Tata Mulambo deixou o seu reino para procurá-lo, levando parte de sua riqueza pois, acreditava poder ser feliz ao seu lado.

Ela então decidia a procura-lo e encontrar a sua felicidade eterna ao lado desse camponês misterioso, Tata procurou nas ruas, nos bares, nas praças, cabarés, mas não o encontrou em lugar nenhum.

 

Tata Mulambo Em Sua Vida Carnal: De Rainha à Mulambo

Nesta História Da Tata Mulambo diz que de rainha ela passou a ser mulambo. Disolada por não encontrar seu grande amor, Tata Mulambo se entregou à bebida, aos farrapos e à prostituição.

suas vestes de rainha rasgaram-se ao longo do tempo pelas suas caminhadas, seu ouro foi roubado e as jóias foram trocadas por bebida até que um dia, ela foi encontrada morta.

Na História Da Tata Mulambo, ela estava desorientada pelos caminhos que havia seguido até então, ela estava com muito ódio em seu espirito.

Ela queria vingança daquele homem que mesmo sem saber, ele era o único culpado pela a desgraça dela, e então, ela o encontrou recolhido em seu lar junto de sua família.

A História Da Tata Mulambo diz que, Tata Mulambo havia matado três pessoas antes de desencarnar, mas essa grande Pombo Gira, depois de sua morte, voltou e matou o pobre homem, sua esposa e seu filho de 07 meses.

 

Pomba Gira Tata Mulambo e a Falange De Mulambos

A Pomba Gira Tata Mulambo costuma chegar quase sempre muito bela, feminina, amável, deslumbrante, sedutora, charmosa. Tata Mulambo gosta das bebidas bem suaves tais como: Vinhos doces, licores, cidra, champanhe, anis e etc.
 
Não só Tata Mulambo mas, também a falange de mulambos gostam de cigarros e cigarrilhas de boa qualidade, assim como também as atrai o luxo, o brilho e o destaque. Usam sempre muitos colares, anéis, brincos, pulseiras e etc...

 

Vídeo relacionado

Leia mais ...

Ebó de Ogum

Ebó para Ògún Para abrir caminhos, trazer dinheiro, prosperidade

1 inhame assado, 1 alguidar médio, 21 moedas correntes, 21 taliscas de mariô (folha de palmeira), 1 acaçá branco (bolinho de milho branco misturado com água, envolto em folha de bananeira), 1 acaçá vermelho (igual a acaçá branco, porém com farinha de milho amarela), azeite de dendê e mel.

Como Preparar: Asse o inhame na brasa. Se necessário, raspe um pouco para eliminar o excesso de negrume. Colocar dentro do alguidar. Vá enterrando os talos de mariô e chamando por Ogum, Faça o mesmo com as moedas. Coloque os acaçás, um em cada ponta do inhame. Regue com um pouco de dendê e mel, 1 pitada de sal. Acenda uma vela e faça os seus pedidos a Ogum. Deve-se colocar no muro, ao lado do portão, ou no chão, na entrada do portão. Se você morar num apartamento, coloque dentro da sua casa, atrás da porta de entrada. Deixe 7 dias e após, despachar aos pés de uma árvore frondosa.

Ebó de Ogum ( para abrir os caminhos, trazer fartura, clientes para comércio)

Material:

1 inhame do norte assado

1 vidro pequeno de azeite de dendê

1 vidro pequeno de mel de abelhas

7 moedas correntes ( lavadas e secas)

1 alguidar pequeno ou prato de barro

1 vela de sete dias branca ( no caso de se deixar em casa) ou 3 velas comuns brancas ( no caso de se arriar em mata, estrada ou no meio de uma encruzilhada)

Modo de preparo: Cortar o inhame ao meio com uma faca plástica ou linha ( o inhame deverá estar frio) colocar sobre o alguidar, em uma das partes deve-se derramar o azeite de dendê e na outra parte o mel. Passa-se as moedas simbolicamente pelo corpo de baixo para cima e as coloca espetadas na parte do inhame onde foi derramado mel, acende-se a vela, sauda-se Ogum, pedindo que ele quebre as demandas que possam estar empedindo que você prospere, afaste o olho gordo e a inveja, corte pragas e maldições, abra o seus caminhos trazendo prosperidade, sorte, saúde e alegria.

Obs: Deve-se mentalizar os seus pedidos, desde o momento que você estiver separando os ingredientes, rezando e conversando com orixá

Ebó de Ogum para abertura de caminho ( Doburu para Ogum)

Material:

1 alguidar grande

1 pacote de milho de pipoca

1 vidro médio de azeite de dendê

1 vidro de mel de abelhas

21 moedas corrente ( lavadas e secas)

1 cerveja branca ( sem ter ido a geladeira )

3 velas branca

Modo de preparo: Estoura-se a pipoca no azeite de dendê sem que a pipoca queime, deixe esfriar e coloque no alguidar, regando-se com mais azeite de dendê, passar as moedas simbolicamente pelo corpo fazendo seus pedidos a Ogum e coloque as moedas sobre a pipoca, derrame mel por cima e acenda as velas ao redor, abra a cerveja e derrame em volta fazendo-se um círculo, no sentido horário, saude Ogum e faça seus pedidos junto com uma oração. Este ebó deve ser feito em beira de estrada, entrada de matas ou no centro de uma encruzilhada de terra. Fazer em lua crescente ou cheia.

Ebó de Ogum para prosperidade financeira

Material:

1 inhame do norte ( ou inhame cará)

mel de abelhas

feijão fradinho toorado no azeite de dendê

feijão preto

1 alguidar

1 cerveja branca ( sem ter ido a geladeira)

7 moedas ( lavadas e secas)

7 folhas de louro

7 espigas de trigo ( usadas para ornamentação de arranjos florais)

3 velas ( uma branca, uma vermelha e uma azul escura)

Modo de preparo:

Cozinhar o inhame sem a casca somente em água, até que este fique mole, mas sem perder a consistência, deixe esfriar.

Coloque o feijão fradinho na frigideira com um pouco de azeite de dendê, torre sem deixar queimar, deixe esfriar.

Após o inhame e o feijão fradinho esfriar, pegue o alguidar o coloque no fundo o feijão preto ( já escolhido, sem sujeira, grãos quebrados etc), por cima do feijão preto coloque o feijão fradinho torrado.

Amasse o inhame cozido com um pouco de dendê, até formar uma pasta, faça sete bolas do mesmo tamanho e coloque em formato de círculo sobre o feijão fradinho,

passe as moedas simbolicamente pelo corpo de baixo para cima, fazendo seus pedidos e espete uma moeda em cada bola de inhame, faça o mesmo com as folhas de louro e as espigas de trigo e espete-as na bola de inhame, regue tudo com mel, principalmente as moedas.

Acenda as velas como se fosse um triângulo, saude Ogum e faça seus pedidos. Peça abertura de caminho, corte de pragas e maldições, quebra de demanda, desmanche de feitiço, oportunidades de ascenção, sorte, progresso, felicidade, saúde e proteção.Jogue a cerveja em volta.

Fazer este ebó em fase de lua crescente

Ebó de Ogum para quebra de demanda, abertura de caminho, afastar inimigos

Material:

1 inhame do norte cozido somente em água, sem casca

1 vidro pequeno de dendê

7 moedas corrente (lavas e secas)

1 garrafa de cerveja

7 velas branca

Modo de preparo:

Amassar o inhame com um pouco de azeite de dendê, fazer 7 bolas, em cada bola espete uma moeda.

Percorrer 7 encruzilhadas, ao chegar na encruzilhada peça liçença e dirija-se a centro, derramando um pouco de cerveja saudando Ogum, passe uma das bolas simbolicamente pelo corpo, de baixo para cima, fazendo seus pedidos, ponha a bola no chão, acenda uma vela , e faça novamente seus pedidos,de 7 passos para trás e não olhe mais para a entrega, faça o mesmo procedimento nas outras 6 encruzilhadas. Faça seus pedidos com fé.

Esta entrega tem que ser feita em encruzilhada de cruz, onde duas ruas se cruzam, em lua nova, deixe um banho de levante pronto, para quando voltar.Lave as roupas com sal grosso. Antes de sair de casa acenda uma vela para seu anjo de guarda com um copo de água com açúcar ao lado, pedindo proteção para fazer seu trabalho.

Ebó de ogum para atrair cliente, ter sucesso na vida profissional, trazer movimento comercial para lojas e empresas

Material:

7 punhados de sua mão direita de feijão preto

7 punhados de sua mão direita de feijão fradinho

1 noz moscada ralada

7 cravos da índia

1 alguidar

21 sementes de girassol

1 colher de sopa de erva doce

1 colher de sopa de açúcar mascavo

7 galhos de louro verde

7 ramos de trigo

21 moedas corrente ( lavadas e secas)

21 papéis com o nome da empresa, loja ou pessoa, escrito a lápis com letra de forma.

1 vela de sete dias vermelha

Modo de preparo:

Primeiro torre o feijão preto e o feijão fradinho em azeite de dendê, sem que eles se queimem e separadamente. Após esfriar começe a montar a oferenda.

Coloque no alguidar os 21 papéis em formato de círculo, por cima coloque devagar o feijão preto e depois o feijão fradinho, coloque os 7 ramos de louro e as 7 espigas de trigo em formato de círculo.

Misture o açúcar, as sementes de girassol, a erva doce, os cravos da índia, a noz moscada e jogue por cima. Passe as moedas simbolicamente e ponha por cima, como se fosse um enfeite. Acenda a vela ao lado e saude Ogum pedindo que ele abra os seus caminhos, trazendo muitos clientes, movimento para sua empresa, novos horizontes, Peça a Ogum que abra as portas para que a sorte , a prosperidade entrem no seu comércio, que seu comércio triunfe, cresça . Coloque esta oferenda dentro do seu comércio por 3 dias, após despache em rua de muito movimento, próximo a um banco. Deixe que a vela termine de queimar dentro do seu comércio ( cuidado ao acender a vela, para não causar incêndios).

 

Leia mais ...

Ebó de Oxóssi

Ebó de Oxóssi

Material:

1 alguidar médio

ramos de louro verde

7 espigas de milho verde

7 frutas doces

milho de galinha cozido

coco seco cortado em cubinhos (coco já descascado)

7 pedaços de cana de açúcar ( sem casca)

vinho licoroso claro

3 velas verdes

Coloque no alguidar o milho cozido já frio, em seguida coloque as espigas de milho, sendo que uma deve estar no centro e as outras ao redor, coloque em volta das espigas as frutas e a cana de açúcar, a seguir coloque o coco por cima de tudo e enfeite com os ramos de louro, derrame por cima de tudo o vinho, chamando por Oxóssi, pedindo prosperidade, sorte, saúde, abertura de caminho. Acenda as velas ao redor saudando Oxóssi 7 vezes.

Oferenda à Oxóssi ( Axoxó)

Material:

Milho de galinha seco

coco seco picado em cubos ( sem a casca)

1 alguidar

1 vela branca

1 vela verde

Cozinhar o milho, com uma colher pequena de sal, até que os grãos se abram, deixe esfriar e coloque no alguidar, colocando por cima o coco , entregar a Oxóssi pedindo sorte, prosperidade, felicidade, proteção espiritual. Acenda as velas ao redor saudando Oxóssi 7 vezes.

Ebó de Oxóssi para prosperidade, abertura de caminho e saúde

Material:

1 punhado feijão fradinho

1 punhado de sementes de girassol

1 punhado de alpiste

1 punhado de arroz com casca

1 punhado de paiço

1 punhado de milho de galinha cru

1 punhado de arroz cru

7 moedas

1 prato de barro

1 vela verde

Modo de preparo:

Torrar em uma frigideira, sem deixar queimar um por um dos ingredientes, deixando esfriar, coloque cada grão em um saquinho separado. Vá a um jardim ou mata levando todos ingredientes, passe os grãos separadamente pelo corpo simbolicamente, pedindo a Oxóssi que abra seus caminhos, cortando toda negatividade que possa estar impedindo de você prosperar, peça saúde, riqueza, sorte e progresso, jogue um pouco do grão em cima de uma árvore e ponha o restante no prato ( faça isso com todos os grãos, um de cada vez )por último passe as moedas e coloque no prato sobre os grãos, acenda a vela ao lado, tomando cuidado para não colocar fogo na mata, faça seus pedidos e orações, saude Oxóssi 7 vezes.

Obs: este ebó pode ser feito também jogando-se os grãos em cima do telhado de uma residência ou comercio, pedindo prosperidade, movimento comercial e financeiro e sorte ( Você fica em baixo e joga os grãos para cima com a intenção que eles caiam no telhado, pedindo ascenção, crescimento, que Oxóssi erga sua vida, seu comércio)

Leia mais ...

Ervas do Orixá Nanã

ERVAS DO ORIXÁ NANÃ BURUQUE

Agapanto: É um vegetal pertencente a Oxalá, Nanã e a Obaluayê. O branco é de Oxalá e o lilás é da deusa das chuvas e do orixá das endemias e das epidemias. É também aplicado como ornamento em pejis, e banhos dos filhos destes orixás. Não possui uso na medicina popular.

Altéia – Malvarisco: Muito empregada nos banhos de descarrego e na purificação das pedras dos orixá Nanã, Oxum, Oxumar6e, Yansã e Yemanjá. Muito prestigiada nos bochechos e gargarejos, nas inflamações da boca e garganta.

Angelim-amargoso – Morcegueira: Pertence a Nanã e Exu. Muito usada em carpintaria, por ser madeira de lei. Folhas e flores são utilizadas nos abô dos filhos de Nanã. As cascas dizem respeito a Exu; elas são aplicadas em banhos fortes de descarrego, com o propósito de destruir os fluidos negativos.

Avenca: Vegetal delicadíssimo e mimoso. Tem emprego nas obrigações de cabeça e nos abô embora ela mereça ser economizada em face de sua delicadeza para ornamento. A medicina popular indica as folhas para debelar catarros brônquios e tosses.

Cedrinho: Este vegetal possui muitas variedades, todas elas pertencentes a deusa das chuvas. Sua aplicação é total na liturgia dos cultos afro-brasileiros. Empregado nas obrigações de cabeça, nos abô, banhos de corpo inteiro e nos de purificação. Excelente abô de ori, tonificador da aura. Em seu uso caseiro combate as disenterias, suas folhas em cozimento em banhos ou chá curam hérnias. É tônico febril rebeldes.

Cipreste: Aplicada nas obrigações de cabeça e nos banhos de purificação e descarrego. A medicina popular indica banhos desta erva para tratar feridas e o chá para curar úlceras.

Gervão: Além de ser folha sagrada de Nanã, também é Xangô. Sem aplicação nas obrigações rituais. A medicina caseira a indica no tratamento das doenças do fígado, levando suas folhas em cozimento adicionando juntamente raízes de erva-tostão. O chá do gervão também debela as doenças dos rins.

Manacá: Seu uso ritualístico se limita aos banhos de descarrego. Muito empregada na magia amorosa. Nesse sentido, ela é usada em banhos misturada com girassol e mil-homens. O chá de suas raízes é utilizado pela medicina caseira para facilitar o fluxo menstrual.

Quaresma – Quaresmeira: Esta arboreta tem aplicação em todas as obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de limpeza e purificação dos filhos da deusa das chuvas. Durante o ritual toda a planta é aproveitada, exceto a raiz. A medicina caseira a indica nos males renais e da bexiga, em chá.

Quitoco: Usada em banhos de descarrego ou limpeza. Para a medicina popular esta erva resolve males do estômago, tumores e abscessos. Internamente é usado o chá, nos tumores aplica-se as folhas socadas.

Leia mais ...

Ebó de Oxum

Ebó de Oxum para o amor ( fazer em lua crescente ou cheia )

Material:

8 ovos

açúcar

mel de abelhas

1 vasilha branca

flores amarelas

essência de baunilha ( para uso culinário)

8 papéis com o nome de seu amor escrito a lápis com seu nome escrito por cima.

1 vela de sete dias amarelas ou 8 velas comuns.

Modo de preparo:

Quebre a ponta dos ovos, retire as claras e reserve, coloque os papéis dentro dos ovos ( 1 em cada ovo )encha os ovos com o mel misturado com a essência de baunilha ( misture bem o mel e a essência para que fique homogenizado),bata as claras em ponto de neve firme com um pouco de açúcar e essência de baunilha, coloque um pouco das claras na vasilha, coloque os 8 ovos dentro com cuidado para não derramarem o mel, cubra tudo com as claras restante, retire o cabo das flores e espete-as nas claras até que cubram toda a oferenda, acenda a vela saudando Oxum 8 vezes, faça seus pedidos e orações.

Esta oferenda pode ser feita em casa e depois despachada em um jardim, ou em cachoeiras, lagos e beira de rio.

Ebó de Oxum para prosperidade e amor ( fazer esta oferenda em período de lua crescente ou cheia )

Material:

1 melão

1 maçã vermelha

1 laranja lima

1 pera

1 cacho de uva rosada

1 pêssego

mel de abelha

água de flor de laranjeira ( comprada em loja de artigos religiosos )

1 vela de sete dias amarela ou 7 velas amarelas

flores amarelas

5 moedas douradas ( lavadas e secas )

1 papel com seus pedidos a Oxum

1 vasilha branca de porcelana

Modo de preparo:

Abra uma tampa no melão no sentido horizontal, retire o miolo do melão junto com as sementes ( tomar cuidado para não furar o melão), picar as outras frutas como se fosse fazer uma salada de frutas, misture as frutas com um pouco de mel e água de flor de laranjeira. Coloque o papel aberto dentro do melão, encha a cavidade do melão com as frutas, coloque o melão dentro da vasilha com o restante das frutas em volta, regue o melão com mel e água de flor de laranjeira, enfeite com as flores e as moedas. Acenda as velas saudando Oxum 5 vezes, fazendo seus pedidos e orações.

Ebó para amor ( Oxum )

8 maçãs vermelhas grande

mel de abelhas

açúcar mascavo

1 vasilha branca ( de vidro ou porcelana )

água de flor de laranjeira ( comprar em casa de artigos religiosos )

8 moedas douradas ( lavadas e secas )

8 ovos brancos cru

glitter dourado

flores amarelas

essência de baunilha ( para uso culinário)

8 papéis pequeno com o nome da pessoa escrito a lápis e com letra de forma, escrever seu nome por cima do nome da pessoa )

Modo de preparo:

Cortar uma tampa em cada maçã , retirar um pouco do miolo, junto com as sementes, colocar dentro de cada maçã um papel aberto com os nomes , uma moeda, uma gema,um pouco de mel, um pouco de água de flor de laranjeira, tampar as maçãs e colocar dentro da vasilha, cobrir com o açúcar mascavo, bater as claras em neve com um pouco de açúcar ( deixar em ponto de suspiro) colocar sobre a vasilha, cobrindo tudo, enfeitar com as flores e jogar o glitter por cima, acender as velas saudando Oxum e fazer seus pedidos.

Este ebó pode ser feito em casa e depois despachado em um jardim ou em cachoeira, lago ou rio

Ebó de Oxum na cachoeira ( para ter sorte no amor, prosperidade e proteção )

Material:

8 ovos branco cru

8 velas amarelas comum

1 maça vermelha

1 laranja lima

1 melão

água de rosas, água de flor de laranjeira ( comprada em casa de artigos religiosos)

1/2 copo de glicose ( não use mel )

Flores amarelas

8 moedas douradas ( já lavadas )

1 balde

Modo de fazer:

Pique todas frutas em pedaços pequenos e coloque no balde, junto com um pouco de água da cachoeira, água de rosas , água de flor de laranjeira e um pouco de glicose. Entre na cachoeira , apenas colocando os pés na água , passe os ovos pelo corpo, um a um, de cima para baixo pedindo a Oxum que retire todas as negatividades que estejam atrapalhando sua vida e coloque-os na cachoeira.Passe as flores simbolicamente pelo seu corpo de baixo para cima pedindo a Oxum que traga sorte, abrindo seus caminhos e coloque na cachoeira. Pegue as frutas com as mãos e va esfregando no corpo como se tivesse tomando banho ( de cima para baixo, no corpo todo )por fim jogue o líquido do balde desde a cabeça aos pés.Passe as velas de baixo para cima , pedindo que Oxum erga sua vida, trazendo felicidade, sorte, e equilibrio no amor, acenda as velas na cachoeira e derame próximo a elas a glicose e a água de rosas e de laranjeira, pedindo que Oxum adoçe sua vida. Faça seus pedidos e orações.

Faça este ebó em lua nova, crescente ou cheia

Leia mais ...

Lenda de Nanã

LENDA DE NANÃ-01

No inicio dos tempos os pântanos cobriam quase toda a terra. Faziam parte do reino de Nanã Buruquê e ela tomava conta de tudo como boa soberana que era. Quando todos os reinos foram divididos por Olorun e entregues aos orixás uns passaram a adentrar nos domínios dos outros e muitas discórdias passaram a ocorrer. E foi dessa época que surgiu esta lenda. Ogum precisava chegar ao outro lado de um grande pântano, lá havia uma séria confusão ocorrendo e sua presença era solicitada com urgência. Resolveu então atravessar o lodaçal para não perder tempo. Ao começar a travessia que seria longa e penosa ouviu atrás de si uma voz autoritária: - Volte já para o seu caminho rapaz! - Era Nanã com sua majestosa figura matriarcal que não admitia contrariedades - Para passar por aqui tem que pedir licença! - Como pedir licença? Sou um guerreiro, preciso chegar ao outro lado urgente. Há um povo inteiro que precisa de mim. -Não me interessa o que você é e sua urgência não me diz respeito. Ou pede licença ou não passa. Aprenda a ter consciência do que é respeito ao alheio. Ogum riu com escárnio: - O que uma velha pode fazer contra alguém jovem e forte como eu? Irei passar e nada me impedirá! Nanã imediatamente deu ordem para que a lama tragasse Ogum para impedir seu avanço. O barro agitou-se e de repente começou a se transformar em grande redemoinho de água e lama. Ogum teve muita dificuldade para se livrar da força imensa que o sugava. Todos seus músculos retesavam-se com a violência do embate. Foram longos minutos de uma luta sufocante. Conseguiu sair, no entanto, não conseguiu avançar e sim voltar para a margem. De lá gritou: -Velha feiticeira, você é forte não nego, porém também tenho poderes. Encherei esse barro que chamas de reino com metais pontiagudos e nem você conseguirá atravessa-lo sem que suas carnes sejam totalmente dilaceradas. E assim fez. O enorme pântano transformou-se em uma floresta de facas e espadas que não permitiriam a passagem de mais ninguém. Desse dia em diante Nanã aboliu de suas terras o uso de metais de qualquer espécie. Ficou furiosa por perder parte de seu domínio, mas intimamente orgulhava-se de seu trunfo: - Ogum não passou!

LENDA DE NANÃ-02

Nanã era esposa de Ogum e ocupava o cargo de juíza no Daomé. Só julgava os homens, sendo muito respeitada pelas mulheres que eram consideradas deusas. Ela morava numa bela casa com jardim. Quando alguém apresentava alguma reclamação sobre seu marido, ela amarrava a pessoa numa arvore e pediu aos Eguns para assustá-la. Certa noite, Yansã reclamou de Ogum e ele foi amarrado no jardim. À noite, conseguiu escapulir e foi falar com Ifá. A situação não podia continuar e, assim, ficou acertado que Oxalá tiraria os poderes de Nanã. Ele se aproximou e ofereceu a ela suco de igbin, um tipo de caramujo. Ao beber o preparado, Nanã adormeceu. Oxalá então se vestiu de mulher e, imitando o jeito de Nanã, pediu aos Eguns que fossem embora de seu jardim para sempre. Quando Nanã acordou e percebeu o que Oxalá tinha feito, obrigou-o a tomar o mesmo preparado de igbin e seduziu o orixá. Oxalá saiu correndo e contou para Ogum o que havia acontecido. Indignado, este cortou relações com Nanã. E é por isso que nas oferendas a Nanã não é usado nenhum objeto de metal. Uma outra lenda registra que, numa reunião, os orixás aclamaram Ogum como o mais importante deles e que Nanã, não se conformando em ser derrotada por ele, assumiu que não mais usaria os utensílios de metal criados pelo orixá guerreiro (escudos e lanças de guerra, facas e setas para caça e pesca). Por isso, que ela não aceita oferendas em que apresentem objetos de metal.

LENDA DE NANÃ - 03

Ogum é sem dúvida alguma, um dos Deuses Iorubanos mais conhecidos, mais cultuado e temido. Às vezes, até mesmo, mais temido do que Exú, sobre o qual, tem total domínio. Como é o filho de Oduduá e Yemanjá, mais velho e considerado o mais antigo Orixá Iorubano, e em virtude de sua ligação com metais, sem sua permissão e sua proteção, nenhuma atividade seria proveitosa; é o dono do obé (faca). Entretanto outros Deuses mais antigos que Ogum, originários de países vizinhos, mesmo assimilados pelos Iorubanos, não aceitavam de bom grado a primazia assumida e concedida a Ogum, por Oduduá. Essas diferenças, até hoje não foram resolvidas e deu origem a conflitos entre Nanã e Ogum, isto porque Nanã, o mais antigo Orixá da Nação de Daomé (uma espécie de Orixalá dos Iorubanos) não aceita o comando de Ogum. Por isso, nenhum animal oferecido a Nanã, podia ser cortado com o obé de metal e sim com o de madeira.

LENDA DE NANÃ - 04

A história dos filhos de Oxalufã e Nanã Burucu :

Diz a lenda que Oxalufã vivia em seu reino com Nanã Burucu. Era um rei correto e bom mas cheio de afazeres. Ele deixava Nanã sempre sozinha. Ele, então, pediu a Ifá ( que representa o futuro e pode ser consultado através do jogo de búzios ) o consentimento para criar um filho para fazer companhia a Nanã. Assim foi feito e o filho, chamado de Oxaguiã, foi criado à semelhança do pai. No lugar de fazer companhia à Nanã, o filho tomava conta do reino e estava também cheio de responsabilidades e sempre representando o pai nas guerras e cerimônias fora do reino. Nanã mas uma vez se queixou da solidão na qual vivia e Oxalufã, para contentá-la, então pediu permissão para criar outro filho. Assim foi criado, sem o pecado original, Omolu que carregava consigo as doenças da humanidade. Ao contrário do primeiro filho, Oxaguiã, que era forte e cheio de vida, Omolu era raquítico e todo feridento. Nanã, esta vez, ficou revoltada e não tinha paciência para tomar conta deste filho doente. Ela o desprezou e o deixou na beira do mar. Foi ali, então, que Iemanjá tomou conta dele, cuidava de suas feridas e o dava o amor de mãe que Nanã não tinha dado. Mais uma vez, Oxalufã, para contentar e aplacar Nanã e evitar aborrecimentos fez outro filho, desta vez um irresponsável, interesseiro e de caráter duvidoso, Êxu, que gostava de brincar e pregar peças com todos os seres do reino. Foi a gota d'água para Nanã que se sentia humilhada; ela deixou o reino e foi se abrigar no reino de Xangô. Oxalufã, por sentir sua falta, consultou o adivinho que consultou a Ifá que lhe respondeu que não fosse buscar Nanã pois ele poderia sofrer um castigo pela desobediência. Mas ele, sentindo a falta, resolveu ir até o reinado de Xangô mesmo desobedecendo a Ifá. Ele então empreendeu sozinho e a pé a viagem ao reinado de Xangô em busca de Nanã, com um cacaio sobre os ombros e o paxerô para se apoiar. Cansado, no meio da estrada, parou para descansar quando apareceu um velhinho ( era Êxu fingindo-se de velho ) que lhe pediu para ajudá-lo a por na cabeça um pote cheio de dendê. Oxalufã, na sua bondade infinita, foi ajudá-lo sem perceber que era uma brincadeira do filho Êxu. Quando ele menos esperava, Êxu virou o pote cheio de dendê sobre Oxalufã e saiu rindo às gargalhadas. Oxalufã tentou limpar-se o máximo que pôde e continuou a viagem. Êxu, vendo que ele não desistia, tornou a se transformar, desta vez em um mendigo e com um saco de carvão. Oxalufã, ao vê-lo sentado numa pedra a beira da estrada, com o saco enorme perto dele e com a aparência de um pobre coitado, ofereceu mais uma vez ajuda. Quando Oxalufã suspendeu o saco, Êxu despejou o mesmo cheio de pó de carvão em cima de Oxalufã. Ao ver o pai todo melado de dendê e carvão, Êxu saiu rindo e pinotando pela estrada. Chegando mais a frente, novamente Êxu chegou em baixo de um pé de cajueiro e ficou sentado como mendigo, desta vez bem velhinho e com uma muringa enorme cheia de cachaça. Mais uma vez, Oxalufã pela sua bondade tentou ajudar o velhinho que, por sua vez, ao suspender a muringa para por na cabeça, a derramou sobre a cabeça de Oxalufã, que mais uma vez ficou melado, agora de cachaça. Novamente Êxu saiu rindo e pulando como um louco. Oxalufã se vendo tão sujo, lembrou-se do rio que passava ali perto e foi se banhar. Antes de chegar no rio, viu um cavalo branco que ele reconheceu como o de Xangô, porem, sem saber que o cavalo tinha fugido do reino de Xangô e que este, por ele ser de grande estimação, tinha mandado seus ministros à procura dele. Foi aí que encontraram Oxalufã dando água ao cavalo antes de tomar o banho. Por isso os ministros o trocaram por um salteador de estradas e sem demora o puseram numa gruta à beira da estrada e trancaram a saída, pois era assim que faziam com ladrões de cavalo na época. Voltaram ao reinado com o cavalo e nada disseram sobre o ladrão a Xangô.

Um tempo depois, as pessoas começaram a perceber a falta de Oxalufã pois este não aparecia mais nem no reino dele nem no de Xangô. Então os Orixás, ao se dar conta da falta do pai, saíram em busca dele. Iansã com a trovoada e os raios, Xangô com o trovão e seu cavalo branco, Oxum nas cachoeiras perguntando aos que passavam por ele, Oxossi e Osany nas matas. Enfim, todos Orixás das matas e do ar o procuravam. Assim se passaram sete anos e o reinado de Xangô entrou em calamidade e foi castigado por pragas, doenças e outros males. Foi então que um dos ministros lembrou-se e consultou a um adivinho que revelou onde estava Oxalufã. Foram em busca dele e ao encontrá-lo, todo sujo e alquebrado, o trouxeram para o reinado de Xangô aonde, nas escadarias do palácio, deram lhe um banho de água e perfume e lhe trocaram as vestes sujas colocando roupas alvas e limpas. Por isso, a partir desse dia, ficou determinado que filhos de Oxalufã só vestissem branco e não comessem dendê nem pegasse em carvão ou bebesse cachaça nos dias de Sexta-feira. Oxalufã, ao se achar limpo e bem vestido, todo de branco, e ao ver todos os Orixás reunidos na frente na escadarias do palácio de Xangô, fez então a criação de um filho que não era do céu e nem da terra, seis meses era homem, seis meses era mulher; seis meses novo e seis meses velho. Era gente e era cobra, vivia nas águas salgadas, doces e nas matas, era de todas as cores e servia de mensageiro entre o céu e a terra. Ele é chamado de Oxumaré e foi o criado de Xangô ( na terra de Angola ele é chamado de Angorô e na terra da Jêje de Dã ).

LENDA DE NANÃ - 05

Olorun enviou Nanan e Oxalá para viverem na Terra e criarem a humanidade. Os dois foram dotados de grandes poderes para desempenharem essa tarefa, mas somente Nanan tinha o domínio do reinado dos eguns, e guardava esses segredos, bem como o da geração da vida, em sua cabaça.

Oxalá não se conformava com esta situação, queria poder compartilhar desses segredos. Tentava agradar sua companheira com oferendas para convencê-la a revelar seu conhecimento.

Nanan, sentindo-se feliz com as atitudes de Oxalá, decide mostrar-lhe egun, mas apenas ela era reconhecida nesse reinado.

Certa vez, enquanto Nanan trabalhava com a lama, Oxalá, disfarçando-se com as roupas dela, foi visitar egun, sem lhe pedir autorização.

Quando Nanan, sentiu a falta de Oxalá e de sua própria vestimenta, teve certeza de que ele havia invadido o seu reinado, atraiçoando-a gravemente. Enfurecida com a descoberta, resolveu fechar a passagem do mundo proibido, deixando Oxalá preso.

Enquanto isso, Oxalá caminhava no reinado de Nanan, tentando descobrir seus mistérios, mas apenas ela conseguia comunicar-se com os eguns.

Egun, sempre envolto em seus panos coloridos, não tinha rosto, nem voz. Oxalá, usando um pedaço de carvão, criou um rosto para ele, como já havia feito com os seres humanos, e, com seu sopro divino, abriu-lhe a fala. Assim, ele conseguiu desvendar os segredos que tanto queria, mas, quando se deu conta, viu que não conseguia achar a saída.

Nanan não sabia o que fazer, por isso fechou a passagem para mantê-lo preso até encontrar uma forma de castigá-lo. Contou a Olorun sobre a traição de Oxalá, que não aprovou a atitude de ambos. Nanan errou ao revelar a Oxalá os segredos que o próprio Olorun lhe confiara. Para castigá-la, tomou o seu reinado e o entregou a Oxalá, pois ele desempenhara melhor a tarefa de zelar pelo eguns. Oxalá também foi castigado, pois invadiu o domínio de um outro orixá. Daquele dia em diante, Oxalá seria obrigado a usar as roupas brancas de Nanan, cobrindo o seu rosto com um chorão, que somente as iyabás usam.

LENDA DE NANÃ - 06

Disputa entre NANÃ BURUKU e OGUM

Nanã Buruku é uma velhíssima divindade das águas, vinda de muito longe e há muito tempo.

Ogum é um poderoso chefe guerreiro que anda, sempre, à frente dos outros Imalés.

Eles vão, um dia, a uma reunião.

É a reunião dos duzentos Imalés da direita e dos quatrocentos Imalés da esquerda.

Eles discutem sobre seus poderes.

Eles falam muito sobre obatalá, aquele que criou os seres humanos.

Eles falam sobre Orunmilá, o senhor do destino dos homens.

Eles falam sobre Exú: "Ah! É um importante mensageiro!"

Eles falam muita coisa a respeito de Ogum.

Eles dizem: "É graças a seus instrumentos que nós podemos viver. Declaramos que é o mais importante entre nós!"

Nanã Buruku contesta então: "Não digam isto. Que importância tem, então, os trabalhos que ele realiza?"

Os demais orixás respondem: "É graças a seus instrumentos que trabalhamos pelo nosso alimento. É graças a seus instrumentos que cultivamos os campos. São eles que utilizamos para esquartejar."

Nanã conclui que não renderá homenagem a Ogum. "Por que não haverá um outro Imalé mais importante?"

Ogum diz: "Ah! Ah! Considerando que todos os outros Imalés me rendem homenagem, me parece justo, Nanã, que você também o faça."

Nanã responde que não reconhece sua superioridade. Ambos discutem assim por muito tempo.

Ogum perguntando: "Voce pretende que eu não seja indispensável?"

Nanã garatindo que isto ela podia afirmar dez vezes.

Ogum diz então: "Muito bem! Você vai saber que eu sou indispensável para todas as coisas."

Nanã, por sua vez, declara que, a partir daquele dia, ela não utilizará absolutamente nada fabricado por Ogum e poderá, ainda assim, tudo realizar.

Ogum questiona: "Como você fará? Você não sabe que sou o proprietário de todos os metais? Estanho, chumbo, ferro, cobre. Eu os possuo todos."

Os filhos de Nanã eram caçadores. Para matar um animal, eles passaram a se servir de um pedaço de pau, afiado em forma de faca, para o esquartejar.

Os animais oferecidos a Nanã são mortos e decepados com instrumentos de madeira.

Não pode ser utilizada a faca de metal para cortar sua carne, por causa da disputa que, desde aquele dia, opôs Ogum a Nanã.

LENDA DE NANÃ - 07

Nanã era rainha de um povo e tinha poder sobre os mortos. Para roubar esse poder, Oxalá casou com ela, mas não ligava para a mulher. Então, Nanã fez um feitiço para ter um filho. Tudo aconteceu como ela queria mas, por causa do feitiço, o filho (Omolu ) nasceu todo deformado; horrorizada, Nanã jogou-o no mar para que morresse. Como castigo pela crueldade, quando Nanã engravidou de novo, Orumilá disse que o filho seria lindo mas se afastaria dela para correr mundo. E nasceu Oxumaré, que durante 6 meses vive no céu como o arco-íris, e nos outros 6 é uma cobra que se arrasta no chão.

LENDA DE NANÃ - 08

Na aldeia chefiada por Nanã, quando alguém cometia um crime, era amarrado a uma árvore e então Nanã chamava os Eguns para assustá-lo. Ambicionando esse poder, Oxalá foi visitar Nanã e deu-lhe uma poção que fez com que ela se apaixonasse por ele. Nanã dividiu o reino com ele, mas proibiu sua entrada no Jardim dos Eguns. Mas Oxalá espionou-a e aprendeu o ritual de invocação dos mortos. Depois, disfarçando-se de mulher com as roupas de Nanã, foi ao jardim e ordenou aos Eguns que obedecessem "ao homem que vivia com ela "(ele mesmo). Quando Nanã descobriu o golpe, quis reagir mas, como estava apaixonada, acabou aceitando deixar o poder com o marido.

LENDA DE NANÃ - 09

Certa vez, os Orixás se reuniram e começaram a discutir qual deles seria o mais importante. A maioria apontava Ogum, considerando que ele é o Orixá do ferro, que deu à humanidade o conhecimento sobre o preparo e uso das armas de guerra, dos instrumentos para agricultura, caça e pesca, e das facas para uso doméstico e ritual. Somente Nanã discordou e, para provar que Ogum não é tão importante assim, torceu com as próprias mãos os animais destinados ao sacrifício em seu ritual. É por isso que os sacrifícios para Nanã não podem ser feitos com instrumentos de metal.

LENDA DE NANÃ - 10

Conta a lenda que Nanã só julgava os homens, pois ela colocava as mulheres acima do julgamento humano. Ela plantou um jardim e quando uma mulher reclamava de seu homem, ela o pendurava em uma árvore e chamava os Eguns, espíritos desencarnados, para assustá-lo. Os Orixás estavam revoltados. Então Ogum pediu a Oxalá para ir dominar Nanã. Ele enfeitiçou Nanã e fez com que mostrasse seu jardim. Nanã adormeceu e Oxalá vestiu-se de mulher, fugindo dos Eguns. Nanã acordou e foi atrás de Oxalá, enfeitiçando-o e seduzindo para sempre o Orixá maior. Dessa união nasceu Oxumaré, o arco-íris e também Iroko e Omulu.

 

LENDA DE NANÃ - 11

Conta-se que Oxalá se ia casar com Nanã, mas um dia ele foi à praia e na beira do mar encontrou Yemanjá. Essa Orixá, muito linda e envolvente, seduziu Oxalá, que ficou em sua companhia. Nanã sofreu muito quando Oxalá voltou e lhe contou que não podia viver sem Yemanjá, mas ele também disse a Nanã que ainda a amava. Ela não se queixou e deixou o noivo ir. Yemanjá é enganadora, fingida e fez muitas a Oxalá, até que ele não quiz mais saber dela e voltou para Nanã. Arrependido, ele disse que o mar lhe chamava, mas era no barro que estava o seu céu. Nanã perdoou a Oxalá e também a Yemanjá.

LENDA DE NANÃ - 12

Dizem que quando Olorum encarregou Oxalá de fazer o mundo e modelar o ser humano, o òrìsà tentou vários caminhos. Tentou fazer o homem de ar, como ele. Não deu certo, pois o homem logo se desvaneceu. Tentou fazer de pau, mas a criatura ficou dura. De pedra, mas ainda a tentativa foi pior. Fez de fogo e o homem se consumiu. Tentou azeite, água e até vinho de palma, e nada.

Foi então que Nanã veio em seu socorro e deu a Oxalá a lama, o barro do fundo da lagoa onde morava ela, a lama sob as águas, que é Nanã.

Oxalá criou o homem, o modelou no barro. Com o sopro de Olorum ele caminhou. Com a ajuda dos òrìsà povoou a Terra. Mas tem um dia que o homem tem que morrer. O seu corpo tem que voltar à terra, voltar à natureza de Nanã.

Nanã deu a matéria no começo mas quer de volta no final tudo o que é seu.

LENDA DE NANÃ - 13

Nanã é a deusa das chuvas, senhora da morte, e responsável pelo portais de entrada (reencarnação) e saída (desencarne).

Em sua passagem pela Terra, foi a primeira iabá e a mais vaidosa, em nome da qual desprezou seu filho primogênito com Oxalá, Omulu, por ter nascido com várias doenças de pele. Não admitindo cuidar de uma criança assim, acabou abandonando-o no pântano.

Sabendo disso, Oxalá condenou-a a ter mais filhos, os quais nasceriam anormais (Oxumaré, Ewá e Ossayn), e a baniu do reino, ordenando-lhe que fosse viver no mesmo lugar onde abandonou seu pobre filho, no pântano.

Nanã tornou-se uma das yabás mais temidas, tanto que em algumas tribos quando seu nome era pronunciado todos se jogavam ao chão.

Senhora das doenças cancerígenas, está sempre ao lado do seu filho Omulu.

Protectora dos idosos, desabrigados, doentes e deficientes visuais.

LENDA DE NANÃ - 14

Nanan Buruku é a divindade das águas, a mais antiga de todas, muito velha e arredia, dona das águas paradas, das lagoas e dos pântanos.

Certa feita, numa reunião com todos os Imalés, falou-se muito sobre Obatalá, aquele que criou os homens, sobre Orunmyilá, o dono do destino dos seres humanos. Sobre Exu disseram que era um importante mensageiro, e sobre Ogun, que era o mais importante de todos, que era o dono do ferro e dos metais e que sem as ferramentas que ele fazia era impossível plantar, colher, construir ou fazer a guerra. Todos o reverenciaram, menos Nanan Buruku.

Ela se dispôs a provar que não precisava dos metais. Com as madeiras mais duras da floresta fez cavadeiras para semear e cavar; para caçar, fez flechas de caniço e osso; para cozinhar, panelas de barro; para guerrear, lanças e clavas, facas de bambu e escudos de couro de rinoceronte.

É por isso que não se usam objectos de metal para matar os animais oferecidos a Nanan Buruku.

Leia mais ...

Ebó de Yemanjá

Ebó de Iemanjá

1 vasilha de porcela branca ou ágata

1 pacote de canjica branca cozida

1 vidro de mel de abelhas

4 rosas brancas

3 velas brancas ou azul clara

escreva uma carta com seus pedidos ( a lápis e com letra de forma)coloque no fundo da vasilha e regue com mel ,a seguir despeje a canjica por cima, regando com mais mel, enfeite com as rosas.Acenda as velas em volta.

Oferenda a Iemanjá

1 cesta de vime pequena

1 mamão maduro

7 rosas branca

7 palmas branca

7 sabonetes

7 espelhos

7 pentes de cabelo

1 vidro de perfume de alfazema

1 vasilha de porcelana branca

1 pacote de canjica cozida

1 vidro peq de mel de abelhas

folhagens

7 moedas corrente ( lavadas)

1 vidro de glitter prateado

Forre a cesta com as folhagens, coloque no meio a vasilha de porcelana, com uma carta contendo seus pedidos a Iemanjá, regue com mel e ponha a canjica por cima,corte o mamão em 7 pedaços retirando as sementes e enfeite a canjica.Coloque as flores, os espelhos, os pentes e os sabonetes em volta da vasilha dentro da cesta.Espete as moedas no mamão, perfume bem as flores com a alfazema e jogue todo o glitter por cima, pedindo que Iemanjá faça sua vida brilhar.

Entre no mar e conte 6 ondas, na sétima onda você coloca a cesta e pede a Iemanjá que a receba, fazendo seus pedidos, reze pedindo o que deseja, de 7 passos para trás, vire de costas e não olhe mais para o mar. Caso você more longe de praia, entregue em beira de rio, cachoeiras ou nascentes de água.

O vidro de mel e de alfazema não devem ser jogados no mar!

Oferenda a Iemanjá

Material:

1/2 litro de leite

açúcar

1 vidro de leite de coco

essência de baunilha ( para uso culinário )

amido de milho

7 moedas ( lavadas e secas )

4 rosas brancas

glitter prateado

1 papel com seus pedidos a Iemanjá

1 prato de papelão prateado

1 vela de sete dias branca ou 7 velas comuns

7 bastões de incenso de rosas brancas ou amarelas.

Modo de preparo;

Dissolva 5 colheres de amido em um pouco de leite, ponha em uma panela junto com o restante do leite normal e o de coco, va mexendo até que começe a engrossar, adicione o açúcar, junto com 3 colheres de baunilha, continue mexendo até que tome consistência, coloque numa forma redonda ( sem buraco no meio ), deixe esfriar e leve a geladeira. Após ficar duro retire o pudim da geladeira, coloque a carta no centro do prato de papelão e o pudim em cima, enfeite a lateral do prato com as pétalas de 3 rosas, coloque a outra rosa sem o cabo no meio do pudim, com as moedas em volta, polvilhe o glitter por cima de tudo.

Leve para beira da água acendendo as velas em volta, junto com os incensos, saude Iemanjá 4 vezes, faça seus pedidos e orações, fique um pouco próximo do ebó, pegue o prato com as mãos, entre na água, passe o prato simbolicamente pelo corpo de baixo para cima, pedindo a Iemanjá que leve para o fundo do mar toda negatividade presente em sua vida, e traga sorte, amor e saúde, conte 6 ondas na sétima coloque seu presente na água chamando por Iemanjá , pedindo que ela venha receber seu agrado, de 7 passos para trás, vire-se de costas sem olhar mais para trás. Deixe as velas queimarem normalmente na beira da água.

Leia mais ...
Assinar este feed RSS

Seções

Mostrar

Notícias Locais

Ferramentas

Sobre Nós

Siga Nos

Clique para ouvir o texto selecionado! Home